A CASA DE IRENE

Há já muito tempo apareceu uma canção que vou colocar neste Post “A Casa de Irene”

e hoje de manhã acordei, liguei o rádio e estava a dar a mesma.

Comecei a pensar em quem me teria dado o meu nome: os meus pais ou os meus padrinhos?

Não me lembro de ter perguntado…

Não me lembro de mo terem dito…

E agora, já não tenho a quem perguntar.

Mas gosto do meu nome…

ÂMAGO

Cresci ouvindo falarem sobre maçã bichada.

Não tinha visto de perto.

 

Era apenas imaginação.

Fábula.

 

Há pouco com toda a pureza da realidade

mordi uma maçã bichada e senti na boca

o que é a tristeza da carne.

 

Agora quando um filho

(furioso) cuspir um pedaço

 

direi para o pequeno que maçã só é bichada

se houver as duas: rosada por fora,

podre por dentro.

 

e que a ilusão

é artifício do criador.

 

(cedido gentilmente por Domingos Barroso

do blogue:

http://domingosbarroso.blogspot.com

que podem visitar.)