Nasceu o Poema de Maria da Fonseca

De letras se faz a sílaba,

Com sílabas, a palavra,

Das palavras, o poema,

Que eu amo e o poeta lavra.

Surge o verso devagar…

Assim roda a margarida,

De manhã até à tarde

P’lo Sol vivo, atraída.

Terna, a alma inspirou

O seu primeiro sentir,

Depois, é sobre o papel

A pena deixar seguir.

Breve raiará a estrofe

De versos apetecidos.

A rima será cuidada

Mesmo a eito aparecidos