O Mago – Célia Laborne

foto gentilmente cedida por Pedro SuarezOntem, à luz da lua te reconheci
içado ao mastro do meu espanto
duvidando, talvez das estrelas.

Metade pássaro, metade astro
dissolves o passado e o presente
simultaneamente
para mostrar-me o teu poder e me reter.

Depois, tu me devolves um dia rubro
como se as rosas houvessem
se incendiado, espontaneamente
e meu espanto chama por ti, inutilmente.

Mas deve haver; talvez no mar
o sal da minha salvação.
Pois há dias em que me dás
de uma só vez
o azul do céu e a luz-revelação.

Então, outra vez te reconheço
e outra vez me encontro
percebendo tua magia
aqui no coração.

Autor: sinfoniaesol

Viver é o mais importante de tudo e se for com amizade, amor e saúde, que mais pedir?Viva a Vida!!!

2 opiniões sobre “O Mago – Célia Laborne”

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