BEIJO ROUBADO de Clecilene Carvalho

Nosso amor nem nasceu e já teme a morte.
Se durar uma eternidade será por sorte.
Essa tua mania de reclamar das minhas digitais.

Queria esquecer teu nome, seu gosto, seu telefone…
Mas no meu desespero quero você de uma vez…
Não consigo ter calma… Fico triste pelo que não digo.

O que vale é a certeza de que não chorarei…
Pelo beijo que não te dei… Roubei o primeiro.

Os outros ganhei…

(Gosto da sua poesia. É uma amiga da Net, que também
teve a gentileza de me permitir inserir aqui sua poesia.
Sou uma “sortuda” de ter tantos amigos/as na Net que são
bastante solidários comigo.)
Se quiserem visitar o seu blogue:

http://clecilene.blogspot.pt quad1