P A S S O – Ana Bailune

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Passo pelos meus sem ser compreendida,

Passo despercebida.

Eu inauguro cada dia da minha vida

E eles desfazem os laços.

Apressadamente viram os rostos

Quando eu passo,

Nada escutam do que eu digo,

Ou então torcem as palavras

Que lhes caem nos ouvidos.

Desenho um arco-íris com o arco do braço,

Escolho minhas próprias cores

Para pintar meu mundo, minhas flores,

Não desejo o cinza que derramam,

Não quero a indiferença desbotada

Com a qual me homenageiam

Quando eu passo.

cedido gentilmente pela amiga Ana Bailune,o que agradeço.

Um dos seus blogues é:
http://ana-bailune.blogspot.pt/