O Dia D: O resgate do soldado Hollande

Em franca perda de popularidade, François Hollande tenta aproveitar as comemorações do 70.º aniversário do desembarque aliado na Normandia para recuperar algum do seu estatuto presidencial. A ocasião é das melhores já que em França estão 19 chefes de Estado e de Governo, incluindo alguns antigos aliados agora desavindos. A crise da Ucrânia e a guerra da Síria opõem a Rússia aos EUA e à União Europeia.

Os esforços diplomáticos do Presidente fraqncês obrigaram-no a jantar duas vezes na quinta-feira: a primeira com o Presidente Obama, num restaurante, e duas horas mais tarde com o homólogo russo Vladimir Putin, no Eliseu.

O esforço de Hollande para relançar o diálogo entre os Presidentes russo e norte-americano deu até agora poucos frutos. Ainda assim, Obama e Putin reuniram-se brevemente, quando chegou a ser avançado que nem se iriam cumprimentar. Putin encontrou-se ainda com a chanceler alemã Angela Merkel e com primeiro-ministro britânico. David Cameron, segundo a imprensa britânica, está a fazer de “ama” de Putin durante a sua estada em França.
Durante o almoço, o Presidente russo também se encontrou durante um quarto de hora com Petro Porochenko, o novo chefe de Estado da Ucrânia.

Hollande tem já um triunfo diplomático a registar. Não só convidou a rainha Isabel II para as comemorações, como a recebe esta sexta-feira num jantar oficial no Eliseu, ao contrário do que o seu antecessor Nicolas Sarkozy tinha feito nas comemorações do 65.º aniversário do Dia D.

China louva Alemanha e critica Japão

“O sincero remorso alemão ganhou a confiança do mundo.” Foi com estas palavras que o porta-voz do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros começou por responder em Pequim a uma pergunta sobre as comemorações do dia D. “Mas na Ásia, os líderes do Japão, que provocou e perdeu a guerra, continuam a negar o seu papel na invasão da China.”

Para Pequim, o que os governantes japoneses têm feito é amplamente condenado pela comunidade internacional. “Instamos mais uma vez que o Japão encare e reflita sobre a história da invasão e dê os passos necessários para corrigir os erros e recupere a confiança dos seus vizinhos asiáticos e da comunidade internacional.”

As relações entre os dois países deterioraram-se no final de 2013, depois de o primeiro-ministro japonês Shinzo Abe ter visitado o santuário Yasukuni Shrine Yasu, que Pequim considera um símbolo do militarismo japonês por honrar criminosos de guerra.

O relacionamento entre os dois países deteriorou-se também devido ao conflito pela posse das ilhas SenkaKu, ricas em petróleo e gás natural

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-resgate-do-soldado-hollande=f874371#ixzz33seSs5oZ

Fonte: Damien Mayer
Getty imagesolande

Autor: sinfoniaesol

A vida deve ser vivida intensamente. Sempre foi esse o meu lema.

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