A analogia com Obélix a cair, em pequeno, no caldeirão da poção mágica, o adágio “de pequenino se torce o pepino” ou a metáfora “bebeu a política no leite materno” são lugares demasiado comuns para descrever a faceta pública de alguém como António Costa. Alguém habituado a esticar a corda desde muito cedo.

O episódio que, nos últimos dias, traz o Partido Socialista às sacudidelas por dentro é só o mais recente, num rol extenso. Ou não fosse ele nas palavras de Rui Pena, seu antigo colega no último Governo de António Guterres, “um indivíduo teso e determinado”.

Costa está a provocar um fenómeno político que, à esquerda dos socialistas, é olhado com uma apreensão curiosa. Há muita gente nas franjas das esquerdas com vontade de se deixar convencer de que a sua candidatura é agregadora. Mas que também quer dele mais clarificação; que apresente ideias concretas em relação ao Tratado Orçamental, cuja assinatura por António José Seguro critica; que diga o que pensa em concreto sobre a renegociação da dívida, a reforma eleitoral, os círculos uninominais e a redução do número de deputados. Enfim, há uma esquerda à espera, para ver se Costa faz deslocar a esquerda para o PS, ou o PS para a esquerda.

Ler mais: http://visao.sapo.pt/antonio-costa-ha-40-anos-a-esticar-a-corda=f783954#ixzz33x1jrQM1

Autor: sinfoniaesol

A vida deve ser vivida intensamente. Sempre foi esse o meu lema.

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