Em comemoração aos 75 anos do grande clássico do cinema E O Vento Levou, a Mattel lançou uma coleção de bonecos inspirado no filme. Temos duas versões de Scarlet O´Hara (Vivien Leigh), um com vestido cheio de babados e camadas, que ela usa logo no começo da história e o outro é o famoso vestido escandaloso, de veludo vermelho. Temos também Rhett Butler (Clark Gable) elegantemente vestido como um bom galanteador. Os bonecos são criação da designer Monica La Valle e custam entre 35 à 80 dólares.

(Esta postagem é meramente informativa, o blog não vende mercadorias) barbieBarbie1barbie3barbie4barbie6barbie7

O primeiro-ministro assegurou esta segunda-feira que o programa de assistência está encerrado, estando a ser negociada com a troika a forma de ultrapassar a alteração ditada pelo acórdão do Tribunal Constitucional, para que seja entregue a última “tranche” da ajuda financeira.

Passos Coelho assegurou, em Santarém, que o Governo não tenciona reabrir o programa de assistência económica e financeira, que ficou concluído a 17 de Maio, estando sim em causa o pagamento da última “tranche”.

“O que se passa é que há uma última tranche de empréstimos que deveriam ter sido canalizados para Portugal na sequência da 12.º avaliação, mas houve uma alteração que resultou do acórdão do Tribunal Constitucional que impede estas instituições de poderem proceder a estas transferências, a menos que o Governo encontre uma forma de substituir as medidas em tempo útil”, afirmou.

O jornal digital “Observador” escreve esta segunda-feira que o Governo está em diálogo com o FMI para pedir nova extensão do resgate.

De acordo com o jornal, Passos Coelho aguarda novas decisões do Tribunal Constitucional e só depois será fechado o programa de ajustamento.
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TU NEM NOTASTE
Célia Laborne Tavares

Tu nem notaste que a noite colheu
a última palavra que te dei.
Com seus dedos negros,
modelou a eterna despedida.

Tu nem notaste que o vento
levou o meu sorriso
e me deixou desamparada,
envolta em tua sombra.

Nem percebeste os pássaros,
que cantaram minha renúncia
porque te viram diluindo-se
no tempo insondável
e me deixaram assim,
abraçada à noite,
chorando sobre o teu perfume,
e sobre o teu silêncio.
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Cavaco dá luz verde…

A nova lei é o “código do trabalho” dos funcionários públicos e tem como objectivo aproximar as regras laborais do Estado às do sector privado, embora mantendo algumas especificidades da função pública.

É o caso do regime de férias. Os funcionários públicos deixam de ter 25 dias úteis com majoração e passam a ter 22 dias úteis (como no privado), mas que podem ser aumentados consoante a antiguidade (mais um dia por cada dez anos de serviço), através da negociação colectiva ou pela avaliação de desempenho.

A lei deverá ser publicada nos próximos dias em Diário da República, entrando em vigor no primeiro dia do segundo mês seguinte ao da publicação. Ou seja, as regras entram em vigor em Agosto. O objectivo do Governo era de que o diploma vigorasse a partir do dia 1 de Janeiro deste ano.

A redução do dia de férias só é válida para o próximo ano, já que o direito às férias vence-se a a 1 de Janeiro de cada ano.

Além do regime de férias, a LGTF altera um conjunto de matérias laborais no Estado.

A entrada em vigor em Agosto não prejudica outras normas que já estão em vigor, através de diplomas próprios, e que serão depois integradas na lei geral. É o caso do novo sistema de requalificação (mobilidade especial) e do horário das 40 horas, que estiveram a ser avaliados pelo Tribunal Constitucional (TC).

A primeira versão da requalificação, que previa despedimentos na função pública, foi chumbada pelos juízes, o que obrigou o Executivo a reformular o diploma. O novo sistema entrou depois entrou em vigor em Dezembro. Quanto às 40 horas, apesar de terem tido ‘luz verde’ de Cavaco Silva, os partidos da oposição pediram a fiscalização sucessiva, mas os juízes do TC aprovaram a lei.

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O Governo está em diálogo com o FMI para pedir nova extensão do resgate e, desta vez, não será por razões técnicas.

De acordo com o jornal digital “Observador”, Pedro Passos Coelho aguarda novas decisões do Tribunal Constitucional (TC) e só depois será fechado o programa de ajustamento.

Assim, tudo indica que o resgate já não vai ficar fechado a 16 de Junho, tal como previsto.

Após o mais recente chumbo do TC a três normas do Orçamento de 2014, o Executivo prefere não apressar decisões e aguarda pelo próximo acórdão dos juízes do Palácio Ratton, para terem mais informação e saberem que medidas têm ainda de ser tomadas este ano, de forma a cumprir os objectivos assumidos.

Está em causa o Orçamento Rectificativo e uma medida que vale cerca de 300 milhões de euros, a extensão da CES (Contribuição Extraordinária de Solidariedade). Mas, a decisão pode ainda demorar cerca de dois meses.

Segundo o “Observador”, que cita fonte próxima do processo, será necessário pedir uma nova extensão do programa ao FMI e desta vez não será uma extensão técnica, como em Fevereiro, mas um prolongamento por motivos políticos.

Ao que tudo indica, as conversações prosseguem com os técnicos liderados por Subir Lall, o economista que tem o programa português nas mãos.

Contactado pela Renascença, o Ministério das Finanças não confirma nem desmente esta informação.

Na sexta-feira (30 de Maio), o Tribunal Constitucional chumbou três medidas do Orçamento do Estado para 2014: os cortes salariais acima dos 675 euros, a alteração ao cálculo das pensões de sobrevivência e a aplicação de taxas de 5% sobre o subsídio de doença e de 6% sobre o subsídio de desemprego.

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