No dia 2 de julho de 1961, Ernest Hemingway tirou sua própria vida atormentado pelas experiências do passado, e dominado pela depressão. Felizmente, para todos, seu legado ainda sobrevive com obras eternas, como: “The Old Man and the Sea”.

Fonte: OBVIOUSen2ERNEST111

 

Poucos homens na história da humanidade podem dizer que tiveram uma trajetória de vida tão agitada e complexa como o escritor Ernest Hemingway. Nascido em Illinois, no subúrbio de Chicago, filho de um médico com uma produtora de música, Ernest se dedicou a literatura desde jovem, passando a atuar como jornalista logo após terminar o ensino médio. Já na adolescência, decidido a participar da Primeira Guerra, atua como motorista de ambulância na Itália. Depois de ferido por uma bomba, retorna à América. Escreve “A Farewell to Arms” (Adeus às Armas) um retrato quase biográfico de sua experiência na guerra.

Retorna à Europa em 1921, onde passa muito tempo nos cafés de Paris, com outros artistas e escritores consagrados da época. Cobrindo a Guerra Civil Espanhola como jornalista, logo se posiciona a favor do republicanismo e contra o fascismo do ditador Franco.

Dessa experiência publica “For Whom the Bell Tolls” (Por Quem os sinos dobram), considerado por muitos, como uma de suas melhores obras. Após inúmeras viagens a costa cubana, Hemingway se muda para Havana, local onde viveu muitos anos. No dia 2 de julho de 1961, em Ketchum, Idaho, sofrendo de uma depressão profunda, e com problemas de memoria e diabetes, retira sua própria vida, com um tiro de fuzil.

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Vivendo em Cuba escreveu “The Old Man and the Sea” (O velho e o mar), livro que deu ao escritor o Prémio Pulitzer de literatura em 1953 na categoria ficção e no ano seguinte o Nobel de Literatura. Com uma estrutura semântica e sintática bem simples, mas muito bem estruturada, Hemingway nos conta a épica história do pescador Santiago, que em um dia comum vai ao alto mar para pescar, e encontra enormes dificuldades ao longo de sua investida.

Um narrativa cheia de momentos difíceis para o protagonista: desde a deficiência natural de Santiago para continuar a fazer seu oficio, pela idade, passando ao problema de encontrar o peixe e conseguir fisga-lo, até as dificuldades de traze-lo de volta à terra firme.

Dessa forma, a trajetória do personagem acaba definindo a vida da maioria de nós: as dificuldades apareceram e de forma frequente. Mas é de extrema importância que você ame aquilo que faz, e de alguma forma persista de cabeça erguida. Algumas situações testam a sua capacidade de ser aquilo que é, mas sua habilidade de se reerguer será aquilo que mais importa no final.

Não se preocupe com o passado, nem se angustie pelo futuro, nos ensina Hemingway. Tire todo esse peso: acredite em seus sonhos, seja você o tempo todo, às vezes será difícil, e a caminhada pode se tornar solitária, mas isso não importa: não há nada melhor do que sentir-se realizado por aquilo que você é.

“O homem não é feito para a derrota. Um homem pode ser destruído mas não derrotado.”

 

 

 

 

Autor: sinfoniaesol

A vida deve ser vivida intensamente. Sempre foi esse o meu lema.

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