Da grande poetisa: ROSA MARIA

mermúrioMurmúrio de vento…

No meu sonho repousa o teu nome perdurando para além do tempo…num murmúrio tão doce…tão terno…faço amor com as palavras…beijo com o coração e sonho o teu corpo no silêncio do amanhecer.
Raios de luz acaríciam o meu olhar…ondas de paixão e nostalgia tocam os meus lábios…lembro-te e o teu rosto afasta a tristeza.
Olho o horizonte e vejo o mar…as saudades são uma certeza…nas ondas solto as lágrimas numa redenção do amor…como se o teu corpo tocasse o meu.
No embalo das águas liberto-me de mim…num momento de nudez…o sonho repousa no silêncio do mar…na luz onde meu corpo foi desejo será reencontro eterno…serei asa em noite azul onde seremos para sempre o infinito.
Nestas palavras não há tristeza…apenas lembranças…depois de ti serei noite…a tua luz e o teu calor estará para sempre comigo…o mar do teu peito será o meu refúgio eterno inundando o meu olhar de ternura…apenas um momento no tempo para além do tempo…no regaço da eternidade onde enfim seremos nós.
Na efemeridade do sonho envolvo-te nas minhas mãos vazias…solto as amarras e abraço as palavras…pouso na tua a minha mão e entrego-te toda a ternura que me corre nas veias.
Fecho os olhos…ouço o meu coração na imensidão do mar e na loucura do meu sonho percorro cada sulco do teu corpo…cada letra escrita no teu olhar e deixo-me navegar no teu sorriso…apenas por um instante procuro-te na madrugada e em silêncio olho o mar e só encontro a bruma que me cobre o olhar.
E no silêncio da noite vazia vou adormecer serenamente e sonhar comigo
em ti e deixo-me ficar assim…apenas triste…a alma cheia
de amor e as mãos vazias.
Escrito por: ROSA MARIA

Retirado, com a devida autorização,
da sua página do Facebook.

Sugiro uma visita ao seu maravilhoso blogue:
http://rosasolidao.blogspot.pt/

As cidades de papel de Hattie Newman

 

Combinando elementos 2D e 3D, Hattie Newman cria encantadoras cidades utilizando apenas papel e papelão.

Na infância, ela afirma que era fascinada em desenhar cidades e vilas e que, frequentemente, esses eram os temas de suas criações de Lego.

Durante o curso graduação na Universidade de West England a artista encontrou no papel e no papelão os materiais com os quais queria trabalhar. Sua ideia era transformar mundos 2D de suas ilustrações em ambientes tridimensionais, combinando formas, cores e sombras de maneira especial.

Atualmente ela trabalha em seu próprio estúdio e tem nomes como Sony, Louis Vuitton, Honda, GAP, GQ e The Times

 

 

Fonte: Bocaberta.orgcidcid1cid3cid4cid6cid7cid8cid9cid

Fonte: Design Innova

Quando se fala em Audrey Hepburn, lembramos que ela foi mais do que uma atriz ou uma diva do cinema, mas um ícone da moda, amiga pessoal de Givenchy e musa do renomado fotógrafo Richard Avedon. Agora sua neta, Emma Ferrer começa a trilhar os passos da mítica avó na edição de Setembro 2014 da revista Vogue americana. E ela posa coincidentemente para as lentes Michael Avedon, o neto de Richard. A produção de moda é de Joanna Hillman.voguevogue1vogue3vogue4

Fonte: Expresso-Sapo(Morreu Emídio Rangel)

O jornalista Emídio Rangel faleceu esta quarta-feira, vítima de cancro. Estava há já alguns meses a fazer tratamento e a reincidência da doença foi assumida publicamente pelo próprio em abril deste ano, em declarações à revista “Flash!”. “É muito duro lidar com esta situação outra vez. É outra vez um cancro na bexiga”, confirmou então o antigo diretor da SIC, numa alusão ao cancro que tinha conseguido ultrapassar há sensivelmente dez anos.

O combate à doença fez com que Emídio Rangel se tenha afastado do espaço mediático no último ano, depois de ter deixado de ser comentador político na RTP Informação. Desde aí, as últimas informações profissionais que tornou públicas foram o cargo de consultor do canal Afro Music Network para os países lusófonos, que aceitou no final de 2013.

A sua carreira profissional foi iniciada em Angola – país onde nasceu -, como jornalista na Rádio Club de Huíla. Naquele país trabalhou também na Rádio Comercial de Angola, antes de regressar a Portugal, em 1975. No ano seguinte entrou nos quadros da RDP, onde se manteve até 1988, ano em que integrou a equipa fundadora da TSF.

O reconhecimento pelo trabalho desempenhado nesta estação de rádio valeu-lhe, três anos depois, o convite de Francisco Pinto Balsemão para assumir a direção de informação da SIC, o primeiro canal privado de televisão em Portugal, que a Impresa se preparava para lançar.

“O convite inicial era para diretor de informação, mas com a saída da Maria Elisa do projeto assumi também a direção de programas. Em televisão faz sentido abarcar a totalidade das responsabilidades editoriais num meio: uma televisão não se limita a dar entretenimento nem a informar. As coisas não são totalmente estanques, tem de haver uma lógica comum”, recordou Rangel, a propósito desse período, numa entrevista em março deste ano ao jornal i.

A liderança absoluta de audiências da SIC durante quase uma década foi uma das grandes coroas profissionais de Rangel. Mas o crescimento da TVI no virar do milénio, com o fenómeno Big Brother a potenciar o sucesso da aposta nas telenovelas portuguesas, viria a quebrar esse ciclo. E pouco depois, Rangel acabaria também por deixar a SIC.

“A SIC podia ter isso (o Big Brother) em exclusivo, mas eu considerei que aquele formato não era realizável no modelo da SIC. Nós devíamos ter comprado para pormos na gaveta e ganharmos algum tempo para poder arranjar alguma coisa que pudesse contrabalançar isso. Para mim, o Big Brother não era exibível na SIC porque afetaria a credibilidade do resto da estação”, recordou na mesma entrevista ao i, assumindo a importância deste formato na inversão de ciclo entre a SIC e a TVI.

Depois de sair da SIC, aceitou em 2001 o convite para o cargo de diretor-geral da RTP. Mas não ficou muito tempo na empresa pública: em 2002, no âmbito do profundo processo de reestruturação iniciado na empresa pelo então governo PSD-CDS liderado por Durão Barroso, é convidado a negociar a sua saída da empresa.

Em 2008 esteve ligado – com um grupo de outros profissionais que incluía Carlos Pinto Coelho – ao projeto de criação de um novo canal de televisão de sinal aberto, a Telecinco, onde estava previsto que assumisse o cargo de diretor do canal. O projeto, que participou no concurso para o lançamento de um novo canal de sinal aberto lançado pelo Governo de Sócrates para aumentar a oferta na futura plataforma de Televisão Digital Terrestre (TDT) acabou, no entanto, inviabilizado com o chumboda Entidade Reguladora para a Comunicação Social aos dois projetos a concurso.

O último projeto nos media em que esteve publicamente envolvido foi a tentativa de criação de um novo grupo de media com o antigo administrador da PT, Rui Pedro Soares. O lançamento de um semanário foi um dos projetos ponderados para este novo grupo, que acabou por não avançar por falta de financiamento.

Pousada de Estói(ficam aqui algumas imagens) se estiver interessado é só informar-se

Algumas informações sobre o antigo Palácio de Estói,
hoje transformado em Pousada.

O palácio de Estói pertenceu inicialmente ao morgado
Francisco José Carvalhal e Vasconcelos, fidalgo da
Casa Real, que nele constituiu residência.

O Palácio foi construído por volta da década de 80 do
séc. XVIII em plena época Barroca.

Foi posteriormente, em 1893, adquirido pelo futuro Visconde
de Estói, Francisco José da Silva, que delegou a sua restauração
nas mãos do arquitecto Domingos da Silva Meira.

A sua reconstrução foi finalizada em finais de Abril de 1909
e celebrada com uma grande festa no dia 02-05 do mesmo ano.

Após a morte do Visconde de Estói o Palácio foi mantido na
respectiva família até 1987,ano em que foi comprado pela
Câmara Municipal de Faro.

O Palacio de Estói é neste momento uma POUSADA, que
possuí 45 quartos duplos, 15 quartos superiores e 3 suites.

Piscinas exteriores para adultos e crianças.

Vou inserir algumas imagens do passado e do presente, deste
Palácio/agora Pousada.

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No dia 2 de julho de 1961, Ernest Hemingway tirou sua própria vida atormentado pelas experiências do passado, e dominado pela depressão. Felizmente, para todos, seu legado ainda sobrevive com obras eternas, como: “The Old Man and the Sea”.

Fonte: OBVIOUSen2ERNEST111

 

Poucos homens na história da humanidade podem dizer que tiveram uma trajetória de vida tão agitada e complexa como o escritor Ernest Hemingway. Nascido em Illinois, no subúrbio de Chicago, filho de um médico com uma produtora de música, Ernest se dedicou a literatura desde jovem, passando a atuar como jornalista logo após terminar o ensino médio. Já na adolescência, decidido a participar da Primeira Guerra, atua como motorista de ambulância na Itália. Depois de ferido por uma bomba, retorna à América. Escreve “A Farewell to Arms” (Adeus às Armas) um retrato quase biográfico de sua experiência na guerra.

Retorna à Europa em 1921, onde passa muito tempo nos cafés de Paris, com outros artistas e escritores consagrados da época. Cobrindo a Guerra Civil Espanhola como jornalista, logo se posiciona a favor do republicanismo e contra o fascismo do ditador Franco.

Dessa experiência publica “For Whom the Bell Tolls” (Por Quem os sinos dobram), considerado por muitos, como uma de suas melhores obras. Após inúmeras viagens a costa cubana, Hemingway se muda para Havana, local onde viveu muitos anos. No dia 2 de julho de 1961, em Ketchum, Idaho, sofrendo de uma depressão profunda, e com problemas de memoria e diabetes, retira sua própria vida, com um tiro de fuzil.

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Vivendo em Cuba escreveu “The Old Man and the Sea” (O velho e o mar), livro que deu ao escritor o Prémio Pulitzer de literatura em 1953 na categoria ficção e no ano seguinte o Nobel de Literatura. Com uma estrutura semântica e sintática bem simples, mas muito bem estruturada, Hemingway nos conta a épica história do pescador Santiago, que em um dia comum vai ao alto mar para pescar, e encontra enormes dificuldades ao longo de sua investida.

Um narrativa cheia de momentos difíceis para o protagonista: desde a deficiência natural de Santiago para continuar a fazer seu oficio, pela idade, passando ao problema de encontrar o peixe e conseguir fisga-lo, até as dificuldades de traze-lo de volta à terra firme.

Dessa forma, a trajetória do personagem acaba definindo a vida da maioria de nós: as dificuldades apareceram e de forma frequente. Mas é de extrema importância que você ame aquilo que faz, e de alguma forma persista de cabeça erguida. Algumas situações testam a sua capacidade de ser aquilo que é, mas sua habilidade de se reerguer será aquilo que mais importa no final.

Não se preocupe com o passado, nem se angustie pelo futuro, nos ensina Hemingway. Tire todo esse peso: acredite em seus sonhos, seja você o tempo todo, às vezes será difícil, e a caminhada pode se tornar solitária, mas isso não importa: não há nada melhor do que sentir-se realizado por aquilo que você é.

“O homem não é feito para a derrota. Um homem pode ser destruído mas não derrotado.”