Fonte:OBVIOUS(ELI BOSCATTO)O disco vinil retornando como item cult, vintage, e algumas capas ficam em n/memória ao longo do tempo como verdadeiras obras de arte do design.

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Para a geração do MP3 e do Ipod o disco de vinil também conhecido por Long Play e chamado popularmente de “bolachão”, parece uma coisa jurássica. Às vezes riscava, o que prejudicava sua qualidade sonora e precisava de um aparelho, imenso para os padrões de hoje, para ser tocado. O disco de vinil é uma mídia usada para reprodução musical de forma mecânica através de um toca-discos, e foi desenvolvido no final da década de 1940. Ele veio substituir o disco de goma-laca de 78 rotações, mais pesado e rígido, que usava um aparelho chamado gramofone para reprodução sonora.

download (2).jpg The Division Bell – Pink Floyd

Há capas tão criativas e originais que há nove anos foi criado o prêmio Art Vinyl para valorizar o trabalho artístico das capas de disco de vinil. O organizador e criador do prêmio é o inglês Andrew Heeps. Segundo ele, “o prêmio Art Vinyl trata de comemorar a ressonância emocional dos melhores desenhos de capa e homenagear alguns dos heróis desconhecidos da arte e do design, que oferecem identidade visual para tantas bandas e artistas”. É o caso por exemplo da capa da banda The Hours criada pelo artista plástico inglês Damien Hirst, que mostra um crânio cravejado de pedras preciosas. Uma banda que costumava lançar álbuns com ótimas capas, além da qualidade musical, foi o Pink Floyd.

muse-resistance-album-art.jpg The Resistance – Muse

A primeira edição do Art Vinyl foi realizada em 2005 por especialistas da indústria fonográfica e da imprensa que selecionou 50 delas para votação popular pela internet. Naquele ano a capa do disco The Resistance da banda Muse foi a mais votada, seguida pela do álbum Journal for Plagued Lovers do Manic Street Preachers, e da capa do álbum de Fever Ray. Aqui no Brasil uma capa que chama a atenção é a do álbum da banda Tribo de Gonzaga sob o título “De Mudar o Coração de Cada Um”, que faz referência à arte nordestina da literatura de cordel.

artworks-000024245360-kfxp1f-crop.jpg De Mudar o Coração de cada um – Tribo de Gonzaga

Abaixo algumas das melhores capas de todos os tempos. Há capas que basta olhar para saber a qual banda pertencem como a do famoso álbum Abbey Road dos Beatles, que já ganhou até versões bem humoradas. Outras não são tão conhecidas, mas todas elas muito interessantes. Já existem lançamentos musicais com álbuns na versão em vinil.

09092601_blog.uncovering.org_battersea-animals.jpg Animals – Pink Floyd

beaalternateabbeyfr.jpg The Abbey Road – Beatles

depeche-mode-sounds_of_the_universe-album_art.jpg Sounds of the Universe – Depeche Mode

download (1).jpg 21st Century Breakdown – Green Day

download.jpg Fever Ray – Karin Dreijer Andersson

melhores-capas-1.jpg Nevermind – Nirvana

melhores-capas-3.jpg The Dark Side of the Moon – Pink Floyd

SecoseMolhados1973.jpg Secos e Molhados

RedHotChiliPeppersCalifornication.jpg Californication – Red Hot Chili Pepper

 

Autor: sinfoniaesol

A vida deve ser vivida intensamente. Sempre foi esse o meu lema.

4 thoughts on “Fonte:OBVIOUS(ELI BOSCATTO)O disco vinil retornando como item cult, vintage, e algumas capas ficam em n/memória ao longo do tempo como verdadeiras obras de arte do design.”

  1. Muito bom este teu post, Irene. Não conhecia este Art Vinyl e acho que foi uma bela ideia. Gostei muito desta viagem ao passado. Sabes, Irene tenho muitos discos de vinil e tenho também aqueles que os meus filhos ouviam em criança. Já tenho um filho com 37 anos e pt as músicas de criança ainda eram de vinil. para poder ouvi-los e um dia os meus filhos poderem mostrar aos filhos deles, guardei também o gira discos. Vai ser uma relíquia dos vovós. Obrigada, amiga e uma boa noite. beijinhos
    Emília

  2. Olá, Irene!

    Em matéria de aparelhos de reprodução musical, e não só…hoje tudo se torna tão depressa obsoleto que uma boa parte destes aparelhos nem sequer chegam a entrar para a história, já que a sua vida foi tão curta…
    Dos discos que tinha (mais o gira discos), deles me desfiz na altura que fui para a Guiné, e hoje tenha pena…já que de facto há neles muito mais arte e criatividade do que nestes aparelhozinhos de hoje, todos juntos.

    Bonito post!
    beijinhos
    Vitor

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