Fonte: Caras online -fotos de Niklas Halle´n

William e Kate homenageiam vítimas dos atentados em Paris

Os duques de Cambridge assinaram o Livro de Condolências na embaixada francesa em Londres.

CARAS
17 de novembro de 2015, 18:

William e Kate Middleton prestaram hoje o seu tributo às 132 vítimas mortais e 347 feridos dos ataques terroristas em Paris que ocorreram na passada sexta-feira, 13 de novembro. Os duques de Cambridge estiveram na embaixada francesa em Londres, onde assinaram o Livro de Condolências. A todos aqueles que morreram e foram feridos nos cruéis ataques em Paris e a todas as pessoas em França: nós prestamos as nossas mais sinceras condolências”, pode ler-se na mensagem, assinada por William e Catherine.
Vestidos com roupa escura para a visita solene à embaixada, o príncipe e a mulher descreveram os atentados reivindicados pelo Estado Islâmico como “verdadeiramente terríveis”.

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Fonte: Caras online – imagens: Getty Images

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com Elton Jones – a cantora Kacey Musgraves e o elenco infantil da peça

“MARY poppins”.

Príncipe Harry divertido em noite dedicada às artes e ao espetáculo

A gala anual Royal Variety Performance reuniu muitos artistas em Londres.

CARAS
15 de novembro de 2015, 10:32

Minha amada Paris – fotos Getty Images (Fonte: Caras online)

As redes sociais inundaram-se de mensagens de solidariedade para com as vítimas dos atentados terroristas que assolaram a capital francesa esta sexta-feira, 13 de novembro. As figuras públicas não ficaram indiferentes. Veja algumas das mensagens partilhadas.
Rita Ferro Rodrigues: “Perante o terror em Paris, o óbvio acontece. ‘Também pode acontecer cá porque abrimos as portas aos terroristas ‘, já li em comentários hoje. Há quem não consiga entender que é precisamente disto que os Refugiados fogem. Deste total desrespeito pela vida, desta violência absurda. E que os terroristas estão onde querem e não se deslocam de barco, arriscando morrer afogados. É isto que eles querem. Sabem que o medo gera comportamentos irracionais. Não sejamos como eles, por favor. Não cedamos ao medo e à desumanidade. Por favor. Sejamos gente.”
António Zambujo: “Manifesto a minha solidariedade e condeno os actos cruéis e abomináveis que ocorreram hoje na cidade de Paris. A França sempre se pautou por ser o país da liberdade, da igualdade e da fraternidade. Que assim perdure.”
João Soares: “Perante o horror terrorista, tenho a dizer aos meus amigos franceses que estamos convosco. Solidários com a França, os franceses e todos os que vivem nesse país livre, entre eles inúmeros portugueses. Viva a Liberdade! Viva a República!”
Nuno Markl: “O que está a acontecer em Paris é trágico de várias maneiras: pelas mortes, pelo terror que está a acontecer neste momento e por aquilo que, nos próximos tempos, fará com que uma quantidade tremenda de inocentes pague pelos actos de um grupo de psicopatas.”
Raquel Strada: “Sem palavras”
Pablo Alborán: “Rezem por Paris”
Luísa Castel-Branco: “Acabei de ouvir que todos os reféns morreram. Não sei o que dizer. Ninguém sabe. Mas estou segura que a Europa como a conhecíamos terminou hoje. RIP”
Ana Moura: “Podem fazer explodir todas as bombas e fazer disparar todas as armas. Jamais conseguirão deter Paris, a Cidade da Liberdade.”
Luís Borges: “Em choque com o que está a acontecer em Paris ! As minhas orações vão para todos vocês.”
Ana Rita Clara: “E descobrir uma noite de terror destas, faz-me pensar no lugar do Amor no Mundo. Paris. Destino de luz e história. Dói-me o coração. Não foi para isto que quisemos evoluir.”
Katia Guerreiro: “Estamos de luto. Estamos bem e seguros, mas de luto profundo. Por todos os que ontem, fazendo o que a vida convida, como ir a um estádio ou a um concerto ou a um bar, perderam a vida por nada; pelo terror instalado e, ontem mais do que nunca, expresso, vincado mesmo no rosto dos franceses que tínhamos diante dos olhos depois do nosso concerto. Terror!! Terror!! Foi com esse terror que acordei na alma. O mundo muda todos os dias, mas ontem volta a mudar para pior. Já não é seguro ir cantar, já não é seguro ir ouvir cantar, já não é seguro ir dar um espectáculo de futebol, e muito menos assistir a um jogo, porque de repente há um qualquer TARADO que se faz explodir, ou está armado até aos dentes com kalashnikov. TARADOS! TARADOS! Estou de luto. Lamento tanto esta doença grave no mundo. Colectivamente tem de haver muito a fazer para combater este mal imenso que nos faz doer a alma. Resta-nos, a título individual, diariamente, sermos melhores uns com os outros. Aproveitarmos o amor que nos oferecem os que amamos, dos pais capazes de dar a sua vida pela nossa (como o meu me disse esta manhã), dos filhos que nos abraçam na inocência de tudo o que se passa no mundo, dos irmãos que nos protegem, dos maridos e mulheres que nos abraçam quando vamos dormir. Resta-nos olhar as rosas viçosas, o mar que nos serena, ver todos os dias o sol nascer. E tentar que tudo isto aconteça sem termos de olhar sobre o ombro. Porque isso não é liberdade nem vida. Ninguém tem o direito de aterrorizar assim. Não há a menor razão, não há… Nem uma!! Que sobreviva o espírito do Príncipezinho!”

ATTENTION EDITORS - VISUAL COVERAGE OF SCENES OF INJURY French fire brigade members aid an injured individual near the Bataclan concert hall following fatal shootings in Paris, France, November 13, 2015. At least 30 people were killed in attacks in Paris and a hostage situation was under way at the concert hall in the French capital, French media reported on Friday. REUTERS/Christian Hartmann - RTS6W3I
ATTENTION EDITORS – VISUAL COVERAGE OF SCENES OF INJURY French fire brigade members aid an injured individual near the Bataclan concert hall following fatal shootings in Paris, France, November 13, 2015. At least 30 people were killed in attacks in Paris and a hostage situation was under way at the concert hall in the French capital, French media reported on Friday. REUTERS/Christian Hartmann – RTS6W3I
Police control crowds leaving the Stade de France where explosions were reported to have detonated outside the stadium during the France vs German friendly match near Paris, November 13, 2015. REUTERS/Gonazlo Fuentes - RTS6W82
Police control crowds leaving the Stade de France where explosions were reported to have detonated outside the stadium during the France vs German friendly match near Paris, November 13, 2015. REUTERS/Gonazlo Fuentes – RTS6W82
French special forces evacuate people, including an injured man holding his head, as people gather near the Bataclan concert hall following fatal shootings in Paris, France, November 13, 2015. REUTERS/Christian Hartmann - RTS6W69
French special forces evacuate people, including an injured man holding his head, as people gather near the Bataclan concert hall following fatal shootings in Paris, France, November 13, 2015. REUTERS/Christian Hartmann – RTS6W69
Investigators work outside a bar near the Stade de France where explosions were reported to have detonated outside the stadium during the France vs German friendly soccer match near Paris, November 13, 2015. REUTERS/Gonazlo Fuentes - RTS6W9H
Investigators work outside a bar near the Stade de France where explosions were reported to have detonated outside the stadium during the France vs German friendly soccer match near Paris, November 13, 2015. REUTERS/Gonazlo Fuentes – RTS6W9H

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Fonte: Caras – imagens – Joaquim, Norte de Sousa

O velório de Paulo Cunha e Silva decorreu no Rivoli Teatro Municipal. O corpo esteve no palco da sala que o vereador da cultura ajudou a devolver à cidade

Famosos /

CARAS /

12 de novembro de 2015, 12:19

Paulo Cunha e Silva, vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto, morreu na madrugada da passada quarta-feira, aos 53 anos, vítima de enfarte do miocárdio. O autarca do Porto, Rui Moreira, confirmou a notícia num curto comunicado e decretou três dias de luto municipal.
Licenciado em Medicina, Cunha e Silva era mestre e doutor na Universidade Porto, onde foi professor de Anatomia. Mais recentemente, lecionava também Pensamento Contemporâneo na Faculdade de Desporto daquela instituição.
Paulo Cunha e Silva foi um dos principais rostos da programação do Porto 2001 e, nas eleições autárquicas de 2013, tinha sido eleito vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto. Além disso, era presidente da Comissão de Cultura do Comité Olímpico Português e colaborava com a Fundação Gulbenkian e a Fundação Serralves há vários anos.
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Fonte: Notícias ao Minuto

helmutO antigo dirigente social-democrata, chanceler de 1974 a 1982, era um grande fumador, tinha um pacemaker desde 1981 e teve em 2012 um enfarte do miocárdio, tendo sido submetido a um ‘bypass’ coronário.

 

 

Tornou-se chanceler em 1974 após a demissão de outra grande figura da social-democracia alemã, Willy Brandt, e foi reconduzido em 1976 e 1980.

Inflexível face à violência do grupo de extrema-esquerda Fração do Exército Vermelho (RAF), também conhecido como Baader-Meinhof, Schmidt foi o homem das reformas sociais e da distensão com o Leste.

O “chanceler de ferro” foi o primeiro a denunciar a implantação dos mísseis balísticos soviéticos SS-20, em 1977, e a defender a dos euromísseis da NATO.

Europeu convicto, criticou o modo como o seu sucessor Helmut Kohl conduziu a unificação da Alemanha.

Schmidt foi ainda o “pai”, com o antigo presidente francês Valéry Giscard d’Estaing, do sistema monetário europeu.

Retirado da vida política há mais de 30 anos, ainda recentemente contribuía para os debates políticos e intelectuais do seu país.

Autor de três dezenas de livros, foi chefe de redação (1983) e depois diretor (1985-1989) do Die Zeit, um dos mais prestigiados semanários alemães.

Fonte: Caras online

Marta Cruz emociona-se ao recordar problemas com o álcool

E noite de confissões no programa ‘A Quinta”

Caras

9 de Novembro

Marta Cruz não conseguiu esconder a emoção quando, no passado sábado, 7 de novembro, recordou momentos difíceis do seu passado no programa A Quinta, da TVI. A ex-manequim recuou ao ano de 2003 e mais precisamente ao mês de fevereiro quando o seu pai, o apresentador Carlos Cruz, foi detido no âmbito do processo de pedofilia em que é arguido. “Estava no Norte, não tinha filhos ainda, quando soube que o meu pai tinha sido detido pelos motivos que todos aqui sabem, a partir daí a minha começou a cair. Entreguei-me ao álcool”, começou por lembrar, acrescentando: “Não conseguia trabalhar, não conseguia fazer nada. Foi uma dor ver o meu pai preso e por ser a injustiça que é. Por isso, vivi momentos baixos. Pensei sinceramente que a morte estava perto, porque não conseguia parar de beber”.
Em maio de 2004, quando o pai saiu em liberdade após a primeira detenção, a ex-manequim decidiu ir para o Brasil e foi então que a sua vida voltou a ter sentido, como lembra sem conseguir conter as lágrimas: “Lá engravidei, não foi planeado, mas acredito que a Yasmin tenha sido a minha salvação, pois foi quando soube que estava grávida que parei de beber e parei de fazer tudo o que fazia. O nascimento dela foi o que me fez olhar a vida de outra forma e foi a Yasmin que deu esperança à minha família. Se não fosse ela não sei onde estaria. Por isso agradeço a Deus por me ter dado a minha filha, para poder estar hoje aqui com vocês. (…) É pelas minhas filhas [Marta é também mãe de Kyara] e dou graças a Deus por ter sido mãe. Morro de saudades delas, dos meus pais e dos meus irmãos. Agradeço a Deus por nos ter mantido unidos durante estes 13 anos de luta”.

2015-11-09-Marta-Cruz