Fonte: Observador – fotos de Olivier Ciappa

1453742654_038581_1453805453_album_normal1453742654_038581_1453805456_album_normalSim, são duas mulheres a beijarem-se. E então?

29/1/2016, 13:57

Eva Longoria, Jean-Baptiste Alaize, Florent Manaudou e muitos outros famosos juntaram-se ao fotógrafo Olivier Ciappa por uma causa: impactar o público para combater a homofobia. As imagens estão aqui.

O fotógrafo francês Olivier Ciappa continua empenhado em combater os estereótipos e em derrotar a homofobia. Tudo através da sua arte. A série “Imaginary Couples” ilustra bem a batalha que está a travar: o fotógrafo convidou artistas e atletas famosos para posarem com colegas em posições intimistas e sugestivas. Podia ser apenas mais um trabalho sobre o amor, mas traz uma diferença: todos os pares recordam a homossexualidade. Porque é a busca pela igualdade o pilar deste projeto.

Com “imagens naturais”, Olivier Ciappa espera conseguir ser impactante o suficiente colocando “famosos de quem as pessoas já têm uma imagem pré-concebida” em situações a que o público não as associa. “Há uns anos, o casamento homossexual em França desmascarou um retrocesso negativo e inesperado. Milhões de pessoas marcharam com faixas que diziam frases assustadoras como ‘França precisa de bebés, não de homossexuais’ (…). Atualmente, casais reais e famílias homossexuais são tão raros nos média, nos filmes, na televisão”, explica Olivier Ciappa no Facebook. Foi por isso que decidiu tirar as fotos.


Quanto mais as pessoas sem esta noção virem estas imagens, mais elas ficarão gravadas na sua memória e irá lentamente eliminando as fantasias que elas próprias construíram pela sua falta de conhecimento. Chamo a isto educar pela retina.

A aceitação ao projeto foi tão boa nos últimos meses na Europa que Olivier Ciappa prepara-se agora para o levar até aos Estados Unidos. Na fotogaleria vai encontrar algumas das imagens disponibilizadas pelo fotógrafo francês no Facebook.

Fonte: Caras online foto Getty Images (e em Portugal como seria?)

Infanta Cristina continuará a ser julgada no âmbito do caso Nóos

Por cumplicidade nos crimes fiscais cometidos pelo marido, Iñaki Urdangarín.

Espanha /

CARAS /

29 de janeiro de 2016, 11:09

2016-01-29-Cristina

A infanta Cristina de Espanha vai ter continuar no banco dos réus no julgamento do caso Nóos. De acordo com a imprensa espanhola, o tribunal recusou o pedido de aplicação da doutrina Botín apresentado pela defesa da irmã do rei Felipe, pelo Ministério Público e pela Provedoria da Justiça, que neste processo representam a Autoridade Tributária. Na prática, esta medida estabelece que uma acusação popular (que não é feita pelo próprio lesado, mas sim por um ou mais cidadãos em defesa da legalidade, mesmo que não tenham sido diretamente prejudicados pelo crime) não pode, por si só, fazer sentar uma pessoa no banco dos réus por crimes que se enquadram na assistência a uma acusação particular. Ou seja, neste caso concreto, Cristina não seria julgada por ter sido cúmplice dos delitos fiscais cometidos por Iñaki Urdangarín quando estava à frente do Instituto Nóos.
O genro do rei Juan Carlos é acusado de fraude fiscal, tráfico de influências, falsificação de documentos, desvio de fundos públicos e branqueamento de capitais.
Após ter conhecimento da notícia, o rei Felipe VI afirmou o seu “absoluto respeito pela decisão judicial”, uma postura que tem mantém desde que o nome da irmã começou a estar envolvido neste processo.