Fonte: Design Innova

A dupla de grafiteiros espanhóis Pichi e Avo faz um trabalho de street art realmente incrível, eles mesclam os elementos tradicionais da grafitagem com as clássicas estátuas gregos em seus murais. É uma verdadeira obra de arte urbana!
ar2ar5ar8ar9ar10artart1art6art7art22

Anúncios

Fonte: Caras online – imagens: Getty Imagens

Sara Carbonero: Primeira aparição pública depois do casamento

A jornalista e Iker Casillas oficializaram a relação no passado dia 20 de março. Dois dias depois, Sara esteve num evento em Madrid, mas a imprensa estava longe de imaginar que já era uma mulher casada.

Famosos /

CARAS /

29 de março de 2016, 17:46

A notícia do casamento de Iker Casillas e Sara Carbonero foi uma surpresa para todos, já que não fazia parte dos planos do casal, como já tinha sido revelado em entrevistas anteriores. No passado dia 22 de março, a jornalista esteve presente num evento da marca infantil Garvalin, em Madrid, que, segundo a revista Hola, foi a sua primeira aparição pública após o enlace, realizado dois dias antes na capital espanhola.
Sara posou para os fotógrafos com um brilho especial nos olhos e sorriso misterioso, exibindo na mão esquerda aquela que poderá ser a sua aliança de casamento. As atenções estavam centradas na barriga de seis meses de gestação da jornalista, que para a ocasião tinha escolhido um vestido vermelho justo, e poucos poderiam imaginar que já era uma mulher casada.
Recorde-se que Iker Casillas, de 34 anos, e Sara Carbonero, 31, oficializaram a relação no passado dia 20 de março no registo civil de Boadilla del Monte numa cerimónia íntima que só contou a presença do filho de ambos, Martín, de dois anos.

Sara Carbonero mantém a forma durante a gravidez

2016-03-29-22016-03-29-1

Fonte: OBVIOUS

.

Carol ou apenas amor

publicado em cinema por Sílvia Marques
.

Embora o fato de Carol ser homossexual seja determinante para o desenrolar da trama, não consegui ver esta obra como um filme sobre a homossexualidade. Para mim é apenas um filme sobre o amor e como a vida social insiste em mutilar o melhor da nossa existência, ressignificando o que é belo e limpo em condutas sujas e nefastas. O amor anticonvencional é apenas amor para quem o vive. Porém, para quem está de fora é uma nota destoante na orquestra social. É uma espécie de “aberração” moral.

Carol1-kCDE-U1023478260072XC-1024x683@GP-Web-thumb-800x533-143772

O filme “Carol” que conta com a desconcertante Cate Blanchet no papel protagonista, uma mulher que precisa escolher entre a guarda da filha e assumir a sua homossexualidade nos convida a uma reflexão poderosa. Ela necessita escolher entre o maior amor da vida dela e ser ela mesma. Como fazer tal escolha sem sair despedaçado? Tudo bem que o contexto do filme é a década de 1950 e muitas coisas mudaram de lá para cá. Mas, de qualquer forma, mesmo que de maneira mais sutil e subliminar, ainda somos , muitas vezes, convidados a fazer escolhas insuportáveis.

Bons filmes extrapolam o universo narrativo ficcional e nos conduzem aos nossos próprios dilemas, às escolhas dolorosas que precisamos fazer, aos amores que precisamos renunciar, às palavras que precisamos calar, aos sentimentos que precisamos sufocar, às situações penosas as quais precisamos nos adequar.

Embora o fato de Carol ser homossexual seja determinante para o desenrolar da trama, não consegui ver esta obra como um filme sobre a homossexualidade. Para mim é apenas um filme sobre o amor e como a vida social insiste em mutilar o melhor da nossa existência, ressignificando o que é belo e limpo em condutas sujas e nefastas. O amor anticonvencional é apenas amor para quem o vive. Porém, para quem está de fora é uma nota destoante na orquestra social. É uma espécie de “aberração” moral.
carol-thumb-800x469-143768

Sim, para mim “Carol” vai muito além da homossexualidade. “Carol” fala sobre a perplexidade do primeiro encontro visual. Sobre a timidez do primeiro almoço compartilhado. Sobre o constrangimento poético ou alegria confusa do primeiro esbarrar de mãos quase acidental. Sobre o medo do primeiro beijo…reticente e tépido. Sobre o calor eufórico e meio ensandecido de tudo que vem depois. Sobre o início do amor, tão puro, tão limpo de mágoas e lembranças tristes, tão livre de fantasmas rondando pela relação. Sobre a separação forçada e dolorosa. Sobre o reencontro, melancólico e profundo. Sobre a capacidade de sublimar a própria dor e orgulho para perdoar e reviver o amor.

novaCA0_1449-thumb-800x532-143770

Carol e Terry se amam. E qualquer mulher que já tenha amado um homem e qualquer homem que já tenha amado uma mulher tem condições de saber que não há nada de tão absurdo entre Carol e Terry. É só amor. E quando elas finalmente fazem sexo, não há nada de tão bizarro entre Carol e Terry. Mais uma vez, é só amor. Um amor que precisa gemer baixinho num mundo em que as pessoas não conseguem reconhecer os sons afetivos. Apenas os da conveniência e poder.

“Carol” não garante emoções arrebatadoras nem momentos ultra catárticos. É uma obra plácida, em que muitos conteúdos ficam nas entrelinhas. É um filme contido sobre sentimentos e relações não contidas, passionais e apaixonadas, cheias de um vigor muito poderoso. A fotografia é belíssima e ajuda a compor o quadro romântico e suavemente erótico que se forma entre a magnética e irreverente Carol e a tímida e profunda Terry. Mais do que um filme sobre a homossexualidade, “Carol” é um filme sobre o amor e as escolhas mais dolorosas que precisamos fazer para vivê-lo.

352

silviamarques

Sílvia Marques

Paulistana, escritora, idealista em crise, bacharel em Cinema, cinéfila, professora universitária com alma de aluna, doutora em Comunicação e Semiótica, autodidata na vida, filósofa de botequim, com a alma tatuada de experiências trágicas, amante das artes , da boa mesa, dos vinhos, de papos loucos e ideias inusitadas. Serei uma atleta no dia em que levantamento de xícara de café se tornar modalidade esportiva. Sim, eu acredito realmente que um filme possa mudar a sua vida! Autora do blog Garota desbocada. Lancei recentemente em versão e-book pela Cia do ebook o romance O corpo nu..
Saiba como escrever na obvious.
.

Relacionados

carol: o livro, o filme e a política

o filme carol e o apaixonar-se…

precisamos falar sobre carol

carol belmondo: as sutis formas da melancolia

.
Saiba como escrever na obvious

.

© obvious: http://obviousmag.org/cinema_pensante/2016/03/carol-ou-apenas-amor.html#ixzz44K4ljjko
Follow us: @obvious on Twitter | obviousmagazine on Facebook

Fonte: Caras inline

Charlene ao lado de Alberto do Mónaco mas sem aliança

Mais um sinal que faz crescer os rumores de desentendimento entre o casal.

Mónaco /

CARAS /

29 de março de 2016, 11:38

Com a ausência da princesa Charlene no tradicional Baile da Rosa, há cerca de uma semana, voltaram a ter eco na imprensa internacional as notícias que dão conta de uma crise no seu casamento com o príncipe Alberto do Mónaco. Mas este fim de semana, a ex-nadadora sul-africana voltou a aparecer ao lado do marido nas comemorações da Semana Santa, o que apaziguou os rumores. Contudo, e apesar do seu sorriso e do seu ar tranquilo, houve um detalhe que não escapou ao escrutínio dos mais atentos: Charlene já não usa a sua aliança de casamento. Como pode ver-se nas fotografias tiradas na sexta-feira, dia 25, quando o casal apareceu na varanda do palácio para saudar todos os que participaram na procissão de Sexta-feira Santa, apenas Alberto está a usar o anel que simboliza a união dos dois.
Embora não seja grande fã de joias, a antiga campeã olímpica usa quase sempre brincos discretos, pequenos colares e aos anéis vistosos prefere justamente a aliança, pelo que o facto de não a ter na última aparição pública fez crescer ainda mais os rumores de problemas no casamento.
Refira-se que Alberto e Charlene estão casados desde julho de 2011 e são pais dos gémeos Jacques e Gabriella, que completaram um ano no passado mês de dezembro. Na altura do casamento, especulou-se que, mais do que o amor, o que os mantinha juntos era um contrato que obrigava a ex-nadadora a permanecer casada com o herdeiro monegasco durante cinco anos e dar-lhe pelo menos um herdeiro. A ser verdade, faltam apenas quatro meses para o final do contrato e Charlene poderá estar já a preparar a sua nova vida.

Charlene do Mónaco reaparece ao lado de Alberto após ausência no Baile da Rosa

Mónaco
2016-03-29-1

Fonte: Económico online

Qualificação dos portugueses, reforço da inovação das empresas, valorização do território, modernização do Estado, reforço capitalização das empresas e melhoria da coesão social. São estes os seis pilares do Programa Nacional de Reformas (PNR) apresentado hoje à tarde pelo primeiro-ministro.

O PNR é o complemento ao Programa de Estabilidade, dois documentos que todos os estados-membro da União Europeia têm de enviar em Abril a Bruxelas. Enquanto este último se foca na disciplina orçamental de acordo com as regras europeias, o primeiro aborda as medidas necessárias para resolver os bloqueios estruturais, identificados pelas autoridades do país e pela Comissão Europeia.

Na apresentação do documento, em Lisboa, o primeiro-ministro António Costa considerou que tem sido dada demasiada atenção às recomendações europeias em matéria de disciplina orçamental e pouco foco naquilo que a Comissão refere no plano dos bloqueios estruturais.

Num discurso essencialmente de diagnóstico dos problemas estruturais, Costa apontou o baixo nível de qualificações, o desafio da competitividade, a demografia (focando-se na emigração), o desemprego de longa duração e a pobreza e exclusão social como problemas prioritários.

Sobre a resolução destes problemas o discurso foi mais genérico, destacando prioridades gerais (os seis pilares) e dando aqui e ali alguma informação adicional sobre essas prioridades: na questão da produtividade elegeu como alvo a precariedade (“o maior inimigo da produtividade”); na competitividade referiu a ligação entre centros de conhecimento e empresas.

Na valorização do território, como noutros campos, o Governo espera canalizar 11 mil milhões de euros em fundos, cerca de metade do pacote do Portugal2020 nos próximos cinco anos. Em ferrovia, por exemplo, o Governo projecta um investimento superior a 1,1 mil milhões de euros, indica o documento de suporte à intervenção de António Costa.

O texto integral do PNR ainda não foi divulgado. De fora da intervenção do primeiro-ministro ficaram áreas eleitas como prioridade pelo anterior governo, como a Segurança Social.

O Programa será o tema do debate quinzenal, esta sexta-feira, na Assembleia da Repúblic