algumas imagens da visita dos Reis de Espanha neste final de Novembro a Portugal.Fonte:Flash!Vidas

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Fonte: Flash!Vidas

Os reis de Espanha jantaram, esta segunda-feira, no Paço dos Duques de Bragança, Guimarães, a convite de Marcelo Rebelo de Sousa. Na cerimónia, as atenções dividiram-se entre Letizia e Sara Carbonero. A jornalista foi a primeira a percorrer a passadeira vermelha, ao lado do marido, Iker Casillas. Depois, a rainha surgia elegante num vestido preto.

Esta terça-feira, os reis irão passar pelo Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto e pelo Instituto de Investigação e Inovação em Saúde. O almoço será no Palácio da Bolsa. À tarde, seguem para Lisboa, onde serão recebidos na Câmara Municipal. Jantam no Palácio das Necessidades, a convite de António Costa.img_650x4122016_11_28_16_33_21_126165img_650x4122016_11_29_05_23_21_126195foto de Move Notícias

Realmente eu também ando mtº. preocupada!!!

Da Alemanha chegam sérios avisos a Portugal e críticas ao governo de António Costa pela voz de dois reputados economistas. Um defende mesmo que o país está “falido” e que a saída do Euro pode ser a única alternativa de salvação.

Esta opinião é defendida pelo ex-economista chefe do Deutsche Bank, Thomas Mayer, que, em declarações divulgadas pela Rádio Renascença, constata que é preciso chamar os “bois pelos nomes” e assumir que Portugal está “falido”.

Para o comprovar, Mayer nota que “basta olhar para a dívida pública portuguesa, superior a 130% do Produto Interno Bruto (PIB)”, conforme realça a Renascença.

Este economista nota ainda que se não fosse o rating da agência financeira DBRS, o país estaria em sérios apuros. “Assim que a DBRS reduzir o rating, Portugal deixa de se conseguir financiar no mercado”, alerta Mayer que diz também, que o crescimento de 1,5% previsto pelo governo, para 2017, é demasiado baixo.

Mayer critica ainda o fim das reformas iniciadas pelo governo de Passos Coelho, alinhando pelo discurso do ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, e defende que Portugal devia adoptar medidas como “mais horas de trabalho, mercados de trabalho mais flexíveis, talvez uma taxa de desemprego mais alta temporariamente”.

Caso contrário, “resta uma única alternativa, sair do Euro”, salienta Mayer.

Para o ex-consultor do Boston Consulting Group, Daniel Stelter, também citado pela Renascença, o mais “racional seria sentarmo-nos, reestruturar a dívida, fazer reformas”. “E olharmo-nos olhos nos olhos e perguntar: quem consegue aguentar o espartilho do Euro e quem não consegue”, conclui.

ZAP