Fonte: Sapo 24

“Portugal é um país com milhares de anos na descoberta do empreendedorismo. Com a fixação de universidades no século XVIII, a globalização e o estabelecimento de redes de negócios pelo mundo fora, temos uma identidade cultural única de abertura para o mundo”, é a mensagem que, segundo o secretário de Estado da Indústria, Portugal quer fazer passar aos participantes na Web Summit.

No âmbito da conferência global de tecnologia Web Summit, Portugal quer dar-se a conhecer como um país para instalar empresas tecnológicas, ‘startups’ e investidores.

Como atrativos, João Vasconcelos anunciou existirem 400 milhões de euros de fundos disponíveis, benefícios fiscais para os primeiros investidores e infraestruturas de banda larga, para acesso à internet, espalhadas pelo país e pelas universidades.

O governante chegou à Ericeira na caravana Web Summit acompanhado pelo seu CEO, que espera que os participantes “se divirtam” no Surf Summit, que decorre este fim de semana, antes da abertura oficial do evento.

Em relação à Web Summit, Paddy Cosgrave disse que o evento mundial vai “contribuir para melhorar o país”. Por um lado, os participantes vão deixar receitas “nos hotéis, restaurantes ou táxis”. Por outro lado, Portugal está a ser falado pela imprensa internacional, o que suscita interesse para “virem querer conhecer Portugal”.

Além disso, “inspira as novas gerações a serem empreendedores”.

A Ericeira, única reserva mundial de surf da Europa e o local onde se concentra a maior variedade de ondas, foi escolhida para o Surf Summit, que inaugura o Web Summit, evento tecnológico que decorre entre segunda e quinta-feira em Lisboa.

Durante estes dois dias, os empresários tiram os fatos e gravatas para, num ambiente informal, aprenderem ou fazerem surf, ‘standup paddle’, ciclismo de montanha e atividades como ioga na praia, assistirem a palestras com vista para o mar e divertirem-se na noite.

A Web Summit é uma conferência global de tecnologia, inovação e empreendedorismo que decorrerá este ano em Lisboa (e nos dois anos seguintes, com possibilidade de mais dois anos), onde são aguardados mais de 50.000 participantes, de mais de 165 países, incluindo mais de 20.000 empresas, 7.000 presidentes executivos, 700 investidores e 2.000 jornalistas internacionais.

Entre os oradores, estarão os fundadores e presidentes executivos das maiores empresas de tecnologia, bem como importantes personalidades das áreas de desporto, moda e música.

sydr971m

Fonte: Renascença no Ar

Obama volta a criticar Trump. “Não está qualificado”

04 nov, 2016 – 22:44

Eleições norte-americanas realizam-se a 8 de Novembro.

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, diz que o candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, viola os valores norte-americanos e “não está qualificado” para assumir a presidência.

Obama viajou até Fayetteville (Carolina do Norte), pedindo aos cidadãos que vão votar na próxima terça-feira, numa altura em que se realizam comícios em estados que podem ser determinantes para a escolha do próximo presidente dos Estados Unidos.

Numa referência a Trump, Obama disse: “Não podemos ter um Presidente que todos os dias parece violar os valores básicos” que os norte-americanos “ensinam aos seus filhos” e em relação a quem Trump tem falhado tantas vezes que “se tornou algo normal”.

“O meu nome pode não estar no boletim de voto, mas tudo por aquilo que eu trabalhei está lá: justiça, igualdade, empregos. Não escolham o medo, escolham a esperança”, pediu Obama, que voltou a arrastar multidões na recta final para as eleições presidenciais, e que conta com melhores índices de popularidade que a candidata democrata, Hillary Clinton, por quem fez campanha.

Na opinião do Presidente, Trump não tem qualquer qualificação para o cargo, mas avisou os eleitores da Carolina do Norte que estão “totalmente qualificados de sair para votar e evitar que [Trump] chegue à Casa Branca”.

Trump ganhou terreno nas últimas sondagens na Carolina do Norte, onde está ligeiramente á frente de Clinton.

Se o republicano vencer neste estado, cresceriam consideravelmente as suas possibilidades de alcançar os 270 votos eleitorais (de um total de 538) necessários para alcançar a presidência.

Ainda assim, teria de conquistar à sua rival todos os outros lugares competitivos e arrebatar inesperadamente algum estado tradicionalmente democrata.