Fonte: Sapo 24

A francesa Simone Veil foi uma líder política europeia e ativista dos direitos humanos que sobreviveu ao Holocausto nazi.

Nascida Simone Jacob em 1927, em Nice (sul de França), tinha 17 anos quando, em 1944, foi deportada para o campo de extermínio de Auschwitz, de onde regressou sem a sua mãe. O pai e o irmão desapareceram também na deportação dos judeus pelos nazis. Apenas sobrevivem as suas duas irmãs.

Licenciada em direito, obtém o diploma do Instituto de Estudos Políticos de Paris, onde conhece Antoine Veil, com quem casa, assim como um professor que se torna no seu mentor, Georges Pompidou.

Veil começa a sua carreira na magistratura em 1956 e durante nove anos dedica-se à melhoria das condições de vida dos reclusos.

A par da educação dos três filhos, faz da sua casa um local de tertúlia frequentado por gaulistas e centristas.

Duas vezes ministra da Saúde, primeiro de Jacques Chirac (1974-1976) e depois de Edouard Balladur (1993-1995), destacou-se pela da lei de legalização do aborto de 1975, que leva o seu nome (lei Veil), e pela proibição de fumar em locais públicos.

Eleita três vezes para o Parlamento Europeu (1979, 1984 e 1989), foi a primeira mulher a presidir o organismo. Simone Veil é uma figura da construção europeia, tendo-se destacado pela defesa de uma Europa federal e social.

De origem judaica e sobrevivente do campo de concentração nazi de Auschwitz, Veil foi ainda uma das fundadoras da Fundação da Memória da Shoah (genocídio de judeus pelos nazis, na II Guerra Mundial)), a qual presidiu até 2007.

Figura francesa e europeia de destaque, Simone Veil foi condecorada pelo Presidente da República Mário Soares, em 1993, com a Grã-cruz da Ordem do Infante, em reconhecimento pela amizade e solidariedade que a eurodeputada demonstrou relativamente a Portugal.

Em 2000, no âmbito das celebrações do Dia da Mulher, foi convidada por Jorge Sampaio para falar sobre as “Causas das Mulheres” numa cerimónia no Palácio da Ajuda. Era então membro do Concelho Constitucional francês, a mais alta instância jurídica francesa, encarregada de velar pela regularidade das leis e das eleições. Veil foi nomeada para o cargo em 1998.

Já em 2008, Lisboa acolheu a 13º cerimónia de entrega do Prémio Norte-Sul do Conselho da Europa onde foram distinguidos o ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan e a antiga presidente do Parlamento Europeu, Simone Veil. O Prémio Norte-Sul do Conselho é atribuído a duas personalidades, uma do Norte e outra do Sul, que se destacaram na defesa dos direitos humanos e no estreitamento das relações Norte-Sul.

Fonte: Record multimédia

Cristiano Ronaldo divulga a primeira fotografia com os gémeos

Cristiano Ronaldo divulgou nas redes sociais a primeira fotografia onde surge com os dois gémeos, Mateo e Eva, que nasceram quando o craque português estava ainda na Taça das Confederações. “Muito feliz por poder agarrar os dois novos amores da minha vida”, afirmou o capitão da Seleção Nacional, um ‘pai babado’ na presença dos dois filhos.

Fonte:ZAP.aeiou

Afinal, o funeral da princesa Diana foi uma mentira

Por Move –
27 Junho, 2017

Funeral de Diana de Gales, Princesa do Povo, 6 de setembro de 1997

A 6 de setembro de 1997 todos os olhos do mundo estavam postos naquele caixão. A urna seguia numa carruagem – e depois numa viatura fechada – e atrás caminhavam o príncipe Carlos, os filhos William e Harry, com 15 e 12 anos na altura, e Charles Spencer, irmão de Diana.

Durante os mais de 13 quilómetros de cortejo fúnebre, o mundo acompanhou o caixão da princesa de Gales, pelas ruas de Londres, desde o Palácio de Saint James até à Abadia de Westminster.Aparentemente, tudo o que vimos é mentira. Pelo menos a parte do caixão, que estaria afinal vazio. Quem o garante é a jornalista Concha Calleja, que investigou o assunto e publicou tudo no livro “Diana. Réquiem por una mentira“.

“O William e Kate Middleton sabem que a princesa Diana foi cremada e enterrada com os Spencer. Ele e o seu irmão Harry sempre souberam. E a evidência mais forte é que visitaram a Igreja da Virgem Santa Maria, um dia antes do seu casamento”, contou a autora do livro, lançado a 24 de junho, à ‘Vanitatis’.

A jornalista não tem pudores em afirmar que toda esta suposta mentira é um escândalo. “O cortejo fúnebre de Diana em Londres era de mais de 13 quilómetros e foi liderado pelos seus dois filhos, o seu ex-marido e o seu irmão. E o melhor de tudo é que acompanhavam uma caixa de madeira sem restos mortais, porque Diana já estava enterrada na cripta familiar do pai. Pura encenação. E um insulto para os que a amavam”, assegurou Concha.

Segundo refere na entrevista, a cripta da Igreja da Virgem Santa Maria é a mesma que aloja a família Spencer há 20 gerações, e era lá que Diana queria ser enterrada, tendo dito isso mesmo no testamento que deixou.

Mas supostamente, o corpo terá sido sepultado no mausoléu criado, como o próprio irmão o conde de Spencer disse, numa ilha artifical em Althorp.

“Para desvendar todas essas mentiras recolhi provas forenses, provas policiais, entrevistas, imagens e documentos não publicados. A primeira vez que visitei a pequena ilha artificial de Althorp, propriedade da família Spencer e na casa de Diana, onde eles dizem que ela foi enterrada e para onde centenas de turistas que viajam todos os anos para a homenagear. É sabido que o seu irmão Charles, o nono Conde de Spencer, se apressou em construir um grande mausoléu, que se tornou hoje em todo um negócio”, continuou.

Para adensar a dúvida, a cripta dos Spencer foi aberta a 1 de setembro de 1997 e apenas encerrada a 4 de setembro. O acidente de viação de Lady Di no túnel de Alma, em Paris, foi a 31 de agosto.

“O mais alucinante é que os moradores com quem falei na minha investigação mantêm que na noite de 4 de setembro o crematório de Great Brington estava a funcionar e ninguém tinha falecido naquela terra de 150 habitantes. Apenas poucos
se atreveram a reconhecer com sinceridade que a versão oficial sobre o enterro da princesa não é aquela que nos quiseram transmitir oficialmente estes 20 anos”, disse a jornalista.

20 anos depois da morte da ‘Princesa do Povo’, a sua morte continua bem presente.

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