Fonte:ZAP.aeiou

Afinal, o funeral da princesa Diana foi uma mentira

Por Move –
27 Junho, 2017

Funeral de Diana de Gales, Princesa do Povo, 6 de setembro de 1997

A 6 de setembro de 1997 todos os olhos do mundo estavam postos naquele caixão. A urna seguia numa carruagem – e depois numa viatura fechada – e atrás caminhavam o príncipe Carlos, os filhos William e Harry, com 15 e 12 anos na altura, e Charles Spencer, irmão de Diana.

Durante os mais de 13 quilómetros de cortejo fúnebre, o mundo acompanhou o caixão da princesa de Gales, pelas ruas de Londres, desde o Palácio de Saint James até à Abadia de Westminster.Aparentemente, tudo o que vimos é mentira. Pelo menos a parte do caixão, que estaria afinal vazio. Quem o garante é a jornalista Concha Calleja, que investigou o assunto e publicou tudo no livro “Diana. Réquiem por una mentira“.

“O William e Kate Middleton sabem que a princesa Diana foi cremada e enterrada com os Spencer. Ele e o seu irmão Harry sempre souberam. E a evidência mais forte é que visitaram a Igreja da Virgem Santa Maria, um dia antes do seu casamento”, contou a autora do livro, lançado a 24 de junho, à ‘Vanitatis’.

A jornalista não tem pudores em afirmar que toda esta suposta mentira é um escândalo. “O cortejo fúnebre de Diana em Londres era de mais de 13 quilómetros e foi liderado pelos seus dois filhos, o seu ex-marido e o seu irmão. E o melhor de tudo é que acompanhavam uma caixa de madeira sem restos mortais, porque Diana já estava enterrada na cripta familiar do pai. Pura encenação. E um insulto para os que a amavam”, assegurou Concha.

Segundo refere na entrevista, a cripta da Igreja da Virgem Santa Maria é a mesma que aloja a família Spencer há 20 gerações, e era lá que Diana queria ser enterrada, tendo dito isso mesmo no testamento que deixou.

Mas supostamente, o corpo terá sido sepultado no mausoléu criado, como o próprio irmão o conde de Spencer disse, numa ilha artifical em Althorp.

“Para desvendar todas essas mentiras recolhi provas forenses, provas policiais, entrevistas, imagens e documentos não publicados. A primeira vez que visitei a pequena ilha artificial de Althorp, propriedade da família Spencer e na casa de Diana, onde eles dizem que ela foi enterrada e para onde centenas de turistas que viajam todos os anos para a homenagear. É sabido que o seu irmão Charles, o nono Conde de Spencer, se apressou em construir um grande mausoléu, que se tornou hoje em todo um negócio”, continuou.

Para adensar a dúvida, a cripta dos Spencer foi aberta a 1 de setembro de 1997 e apenas encerrada a 4 de setembro. O acidente de viação de Lady Di no túnel de Alma, em Paris, foi a 31 de agosto.

“O mais alucinante é que os moradores com quem falei na minha investigação mantêm que na noite de 4 de setembro o crematório de Great Brington estava a funcionar e ninguém tinha falecido naquela terra de 150 habitantes. Apenas poucos
se atreveram a reconhecer com sinceridade que a versão oficial sobre o enterro da princesa não é aquela que nos quiseram transmitir oficialmente estes 20 anos”, disse a jornalista.

20 anos depois da morte da ‘Princesa do Povo’, a sua morte continua bem presente.

// Move Notícias

Imensidão de si mesmo – Fonte:Obvious

Há muito tempo eu não escrevia

Abarrotada pela correria

Que a mim e a ti consumia

Mas acordei cedo em um belo dia

E o rei sol a nascer me dizia

Que, assim, surgiria esta poesia

A pureza, inocência, ingenuidade

Já não têm mais valor nessa cidade

Como os índios tiveram arrancada sua castidade

Também nós perdemos a vivacidade

E tudo isso, por quê? Mera vaidade

Que nos aprisiona e desumana sem piedade

Tudo isso em prol de poder

Um aliado maligno que todos queremos ter

O dinheiro, fez de nós seu capataz

E não tem fim: é sempre mais e mais e mais

Um pedaço de papel confundido com o paraíso

Em troca do brilho e do sorriso

Aonde foi parar aquela beleza?

Ao mesmo tempo refletida e oriunda da pureza

Das crianças, dos nascidos com riqueza

As quais perdemos com destreza

Cabe aqui falar da natureza

Que foi um dia nada menos que realeza

E eu gostaria de prolongar o que termina com -dade

Pra falar um pouco da minha saudade

Aquela, de viver sem profanos na autoridade

Manipulando com muita agilidade

Sendo vítimas de sua maldade

Que nos afasta uns dos outros, na verdade

Veja seu whatsapp, as conversas que lá estão

Escolha uma delas com o coração

Surpreenda seu amigo com a antiga emoção

De ir hoje mesmo lhe dar um abração

E lhe oferecer, de verdade, um pouco de atenção

Não se deixe render, a amizade não pode ser em vão

Porque a vida, amigo, passa

Num brevíssimo piscar de olhos

Restam arrependimentos e lamentos

Mas nunca, sem hipóteses, a chance de voltar atrás

E, quando se dá conta, você já caiu

Sim, o tempo já te iludiu

Aqui, quase nada rimou

Acho que minha mente novamente se esgotou

É hora de acordar, ela percebeu

Voltar a correr, a trabalhar

Se tornar a máquina que aqui cresceu

E, com esta percepção, meu coração doeu

Mas, amigos, vou voltar só um pouco a rimar

Porque sei que aqui também restou o amar

Então, uma mensagem quero deixar

Vamos viver, lutar e apreciar

A beleza que os olhos são capazes de enxergar

E, para, então, finalizar

Não desista! Você está aqui para mudar.