Berlim 1945 – nº.2

ADN-ZB/SNB
II.Weltkrieg 1939-1945
Der Kampf um Berlin vom 26.4.-2.5.1945.
Noch ehe der Kampf verstummt ist, wagen sich hungrige Berliner, hier in Tempelhof vor dem Flughafengelände, aus den Kellern hervor, um gefallene Pferde zu zerlegen.
ADN-ZB/Archiv
II. Weltkrieg 1939-45
Nach einem der alliierten Luftangriffe 1945 auf Berlin suchen die Einwohner mühsam einen Weg durch die Zerstörungen; hier in der Stallschreiberstraße.
(Aufnahme entstand vor dem 23.3.1945)

Fonte: Sapo 24

Um alerta de segurança disparou esta tarde no coração de Londres depois de um homem ter sido abatido pela polícia após ter tentado entrar no Palácio de Westminster, derrubando várias pessoas à sua passagem. A polícia assumiu que, até mais informação estar disponível, está a tratar o assunto como um “incidente terrorista”.

 

Os acontecimentos precipitaram ao princípio da tarde de hoje, bem no coração de Londres, junto ao Parlamento e ao Big Ben. Várias testemunhas disseram ter visto um carro embater no gradeamento junto de Westminster Bridge, atingindo pessoas que ali se encontravam antes de o condutor sair do veículo e se dirigir aos polícias que estavam de guarda ao parlamento britânico. De acordo com testemunhas oculares, o mesmo homem terá atacado os polícias com uma faca antes de ser abatido. Às 2h45 da tarde, era reportada a existência de um polícia esfaqueado neste ataque. Foram ouvidos três tiros, reporta o The Telegraph, e as testemunhas disseram ter visto duas pessoas no chão. Quando carro avançou sobre as pessoas terão também ficado cerca de uma dúzia feridas.

Londres sob alerta: as imagens do terror em redor do parlamento britânico

Dentro do parlamento, os trabalhos foram suspensos e foi dito a todos os presentes para se mantivessem nos seus gabinetes. Citado pelo Guardian, David Lidington, líder da Casa dos Comuns, afirmou que “os eventos se precipitaram rapidamente” e que o conhecimento que tinha ao momento era “por agora muito limitado”. “O que posso dizer ao parlamento é que aconteceu um incidente sério. Parece que um polícia foi esfaqueado; e que o alegado atacante foi abatido por polícias armados. Uma ambulância está no local para levar os feridos e há relatos de mais incidentes violentos na vizinhança”.

Durante alguns minutos especulou-se sobre onde estaria a primeira-ministra inglesa Theresa May, tendo se sabido de seguida que estava está em segurança e que tinha sido levada do local onde tem também o seu gabinete.

A redacção do The Telegraph, que se encontra instalada perto do Parlamento e do Big Ben, relatou que a primeira indicação que teve de que algo se passava foi um disparo seguido de um grito vindo da direção da estação de metro de Westminster. “Ao princípio pensámos que era um acidente de carro, talvez com alguém atropelado, e eu e os meu colegas olhámos pela janela e vimos pessoas a fugir do local onde tínhamos ouvido o barulho”, escreveram os jornalistas ingleses.

Segundos depois, continuam no relato, cerca de num dúzia de pessoas pareceu forçar um portão em New Palace Yard, do lado oposto a Parliament Square. “Não era claro se a polícia tinha aberto os portões para deixar as pessoas entrar para sua proteção ou se os portões foram forçado pelas pessoas que queriam entrar”.

O que se seguiu foi o encontro entre as pessoas que tinham acabado de entrar por aquele portão e as que tinham fugido para ali oriundas da entrada para peões, e minutos depois um homem com uma arma, que se assumiu ser um agente da polícia, disparou três vezes no peito de um outro homem que corria  na sua direcção. O homem foi abatido e caiu.

“A polícia está a pedir às pessoas que evitem as seguintes áreas: Parliament Square; Whitehall; Westminster Bridge; Lambeth Bridge; Victoria Street na junção com Broadway e Victoria Embankment até à estação de metro de Embankment”, foi comunicado. As forças de segurança, incluindo polícias armados, mantiveram-se no local e foi dito que o ataque estava a ser tratado como um “incidente terrorista” até mais informação estar disponível.

A estação de metro de Westminster foi fechada a pedido da polícia e a rota dos autocarros a “toda a gente a correr” e que havia “um homem asiático de c0m 40 anos com uma faca com 17 ou 20 centímetros(7 ou 8 polegadas).

 

 

Fonte: Notícias ao Minuto

Teresa Ricou

“Se vens para o Chapitô não é estilo. A Teté é fixe mas trabalha aqui 24 horas”

“Freak” e “revolucionária”. O Chapitô foi ideia dela. E quem é ela? A primeira mulher palhaço portuguesa. Teresa Ricou é a entrevistada de hoje do Vozes ao Minuto.
Para os lados do Castelo de São Jorge, numa das colinas de Lisboa, há um espaço de paragem obrigatória para muitos turistas. Mas entre paredes há cores, há arte e uma escola que tem no circo a sua força e na inclusão a sua génese.Falamos do Chapitô, fundado por uma mulher que, entre o cómico e o sério, nos fala com orgulho do que ali se faz. À primeira pergunta, a entrevistada devolve-nos alguns segundos de silêncio enquanto acaba de escrevinhar uma frase. Depois a conversa começa.
“É preciso responder à ansiedade desta gente jovem. Nós aqui trabalhamos com jovens que já prevaricaram muito na vida”, desabafa Teresa, para mais à frente acrescentar: “O padre Américo já dizia, ‘não há rapazes maus’. Pois não, os adultos é que têm de estar em cima do assunto”. Fica o ‘abre olhos’.
Diz-nos Teresa que se houvesse um Chapitô em cada bairro, ela não seria precisa. Mas talvez não seja bem assim. Uma mulher à frente do seu tempo faz sempre falta.
Admite que há um ‘espírito Chapitô’. Mas admite também que, em parte, esse espírito a “enerva”. A parte ligada ao estilo. “O estilo compra-se feito e isto não é coisa de moda. Aliás, com tantos anos até já passou de moda”.
Sempre estive muito à frente. Muitas vezes quando olhava para trás via-me sozinha, o resto ainda estava a pensar
Por outro lado, reconhece, “o cómico vai dar a esse lado da transgressão e da ousadia, às vezes até incomoda muita gente”.
Essa mesma ousadia respira Teresa. Decidiu ser mulher palhaço numa altura em que o país ainda estava a aprender coisas sobre si próprio, coisas que se escondiam debaixo da vasta sombra de décadas do Estado Novo.
Embora não faça distinção entre Teresa e Teté, confidencia-nos: “Estou um bocado esquecida da Teté, estou cheia de saudades mas não vejo o fundo ao tacho”.
Leia a entrevista completa aqui

Fonte: Vidas

Depois das polémicas férias de William nos Alpes Suíços, em que o príncipe foi filmado a dançar com o braço em torno da cintura de uma morena, e noutra ocasião a almoçar com uma modelo, os príncipes surgiram juntos pela primeira vez.

Kate Middleton e William estão em Paris numa visita oficial e mostraram, desta forma, que o casamento não saiu abalado dos rumores de traição.

Esta viagem, recorde-se, tem um significado especial para o príncipe já que é a primeira vez que visita a capital francesa desde que a mãe, a princesa Diana, morreu naquela cidade, em 1997.

A surpreendente inteligência dos polvos

Cefalópodes são um grupo de elite de moluscos escorregadios, com cérebros notavelmente desenvolvidos ─ ao menos para os padrões de animais invertebrados

Brendan Borrell
FLICKR/PIERREYVES
Cefalópodes curiosos: Polvos podem ser mais espertos que parecem.

Polvos também têm personalidade forte, garante Jennifer Mather, especialista em psicologia comparada da University of Lethbridge, em Alberta, Canada. Mather estuda o comportamento de polvos há 35 anos tentando entender melhor a evolução da inteligência. Utilizamos o mesmo método que aplicado para estudar especificidades da personalidade humana. Perguntamos simplesmente o que os animais fazem normalmente durante o dia em diferentes situações e observamos as respostas. Colocamos os polvos em três situações comuns: alerta (abrindo a parte superior do tanque), ameaça (tocando o animal com o cabo de uma escova longa) e alimentação (oferecendo um caranguejo como refeição). Esse período foi um pouco demorado porque analisamos 33 animais, cada um durante duas semanas. Verificamos que há três dimensões que batizamos: ação, reação e cautela. A ação avalia atividade e passividade, a reação indica o estado de calma ou agressividade e a cautela revela o grau de timidez dos animais. Os polvos podem apresentar qualquer combinação dessas características.

O sistema nervoso dos moluscos é formado por um conjunto de gânglios emparelhados ─ um aglomerado de células nervosas ─, que em animais como o marisco ou a lesma não são muito desenvolvidos. Esses gânglios controlam diferentes funções e se localizam em diferentes áreas do corpo. Os cefalópodes ─ polvos, lulas e sépias ─ são os únicos nos quais todos os gânglios estão condensados, de modo a formar um cérebro centralizador.

Uma outra característica única dos moluscos é que, neles, duas áreas do cérebro se especializaram no armazenamento de memórias. Não é só o fato de terem cérebro maior e condensado, mas eles se destacam também por ter áreas no cérebro dedicadas à aprendizagem. E é nesse aspecto que se assemelham aos humanos, mas com um cérebro completamente diferente.

Para os padrões de invertebrados é um cérebro enorme, mas do ponto de vista dos vertebrados, é muito pequeno. O que chama a atenção nos polvos é que cerca de um terço dos neurônios estão no cérebro. Eles têm uma representação neural muito grande nos tentáculos e há um gânglio específico para controlar cada ventosa, portanto há bastante controle local. Nós humanos, nos orgulhamos de ter uma pinça de preensão muito eficiente ─ o polegar e o indicador ─ e sabemos que eles são responsáveis pela habilidade de manipular o que nos cerca com facilidade. Os polvos podem dobrar as ventosas e criar um sistema preênsil eficiente e fazem isso com cada uma das centenas de ventosas distribuídas pelos tentáculos.

Os polvos desenvolveram cérebros muito grandes provavelmente porque os recifes de coral tropicais formam o ecossistema mais complexo do mundo. Há uma variedade tão grande de situações, de tipos de presas, de predadores que, na ausência de uma carapaça, é melhor ser esperto. Os polvos seguiram a rota da esperteza. Estamos acostumados à inteligência dos mamíferos que se desenvolveu em função de problemas sociais, mas no caso do polvo, um ser solitário, a inteligência se desenvolveu para resolver problemas ecológicos.

Os polvos costumam provocar sérios problemas em aquários. Eles são muito fortes e é praticamente impossível mantê-los em tanques. Um dos primeiros pesquisadores comenta que um termômetro flutuando no tanque, não durava nem cinco minutos. Os polvos simplesmente levam as coisas embora e as escondem. Um pesquisador relata ter construido um robô submarino que ficava se movimentando em um grande tanque. O polvo se “comunicou” com ele e o desmontou peça por peça.

Certa manhã, de acordo com o Los Angeles Times, os funcionários do Santa Monica Pier Aquarium, na California, foram surpreendidos com 750 litros de água espalhados pelo piso ecologicamente construído. Acontece que um curioso polvo de duas pintas tinha desmontado a válvula de reciclagem de água e o cano,dirigido para fora do tanque, fez a água escoar durante 10 horas.

Há uma história famosa que circula há 100 anos no aquário de Brighton, Inglaterra: uma vez, um polvo saiu do tanque à noite, quando ninguém estava observando, foi até o tanque vizinho, comeu um peixe-lua (Cyclopterus lumpus) e voltou para o tanque. Na manhã seguinte lá estava ele tranqüilo. Desapareceram vários peixes-lua do aquário, até descobrirem quem era responsável por isso.