Para quem se interesssar por portaaviões e seus custos e um vídeo de divulgação de Portugal

(obrigada Joaquín)

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E 10 RAZÕES PARA VISITAR PORTUGAL(um apelo aos turistas)

DE LOS AVIONES EN EL PORTAVIONES

CONSTRUIR UN PORTAVIONES CUESTA $ 7,000 MILLONES

El video que les estoy enviando es fresco.
Fue filmado hacen solamente dos meses en las aguas del Atlántico, en las afueras de Newport News en Virginia.

Estas son las mas recientes pruebas de mar del F-35B abordo del portaviones USS WASP.
Las pruebas fueron todo un éxito con 74 VLs (Elevaciones Verticales) y Stos (Despejes de Corta Distancia) en un periodo de tres semanas.
Miembros de los medios de comunicación y críticos en contra del programa habían predicho que haría huecos en la plataforma y que tiraría a los marineros al mar al despejar del barco, lo cual no sucedió.
Ustedes notaran un marinero parado en la proa del barco mientras que el avión despega, y no le afecta en nada.
Esto fue hecho de forma intencional como parte de las pruebas de mar.
Como verán:
No hay catapulta, no hay gancho . . . . . .
El mundo de los PORTAVIONES es un nuevo mundo ahora!!!
Con esto, el escenario de guerra “mundialmente”, acaba de cambiar.

Sobre as fotos abaixo

Retratam  alguns acontecimentos em Espanha (Valencia) há alguns anos atrás, como

por exemplo:

Feira do Gado

Barbeiros em la Puente de Serranos em 1888

Bombardeamentos(aquando da Guerra Civil)

Ida ao Cinema(em Portugal presentemente estão imensas salas de cinema a fechar)

Retratos na Praia

Correios

E a estátua de Franco a ser retirada

(obrigada Joaquín Duarte)

A incrível Atlantic Ocean Road

em Arquitetura por Má Khalil em 27 de set de 2012

Vocês já conhecem a ponte Atlantic Ocean Road? A estrada fica no norte da Noruega, atravessa o arquipélago de Eide, possui um pouco mais de 8 Km de extensão e liga as pequenas cidades de Molde e Kristiansund. A estrada é construída em várias pequenas ilhas e recifes, que são ligadas por estradas diversas, viadutos e oito pontes. Inaugurada em 1989 a ponte possui curvas suaves e sinuosa que cria ângulos surpreendentes. Dirigir nesse lugar torna-se um prazer.

Fonte_OBVIOUS

eu a beijei

Acabado o jantar, enquanto esperava a hora do jogo, deitei-me na cama e abri um romance de Gustave Flaubert, a minha preferida Madame Bovary. Desde a primeira vez que foi lida, ela se tornou um objeto de minha devoção.

O Beijo – Toulouse-Lautrec

Eu seria um de seus jovens amantes, fugia com ela e me transportava nas ruas, casas e coxas de Bovary. “Sacana essa Bovary”. “Infeliz Bovary”. “Esperta, essa filha da puta!” Sempre gostei das heroínas sacanas.

O que faria se vivesse tudo aquilo ou como seria se Bovary estivesse viva, nesta época, que impressões ela teria de nosso “modus operanti”. Evocá-la era um exercício intelectual divertido, e assim começa minha breve aventura literária, um delírio me ocorreu.

Ela estava em pé, em frente à janela da minha sala, em carne e osso. Vestia-se como Flaubert a descreveu em um dos capítulos do livro: vestido azul enfeitado com babados, pele branca, quase pálida, grandes olhos castanhos diretos. Os lábios não eram tão carnudos como pensei, mas a boca era bem desenhada. Os cabelos pretos deveriam ser longos a julgar pelo tamanho da trança. “Linda Bovary”- pensava, enquanto ela se voltou para mim. “Estás procurando alguma coisa?” Ao ouvir isso me apavorei. Estou louco.

O vulto de Bovary também falava, era ela, e como nunca tivesse existido, portanto, não estava morta. Se ela fosse um personagem histórico, o espiritualismo me ajudaria a compreender o fenômeno, raciocinava; mas como ela foi inventada por um autor do século XVIII, apenas a loucura seria a melhor explicação. “O que queres?”- perguntou novamente, andando em minha direção, com suas saias abundantes e a cintura fina – deixei de raciocinar.

Ela repetiu a pergunta, olhou em volta e se sentou na poltrona. No fim de alguns minutos, conversávamos. Lhe contei em que ano estávamos, país, cidade, dia. Respondi a cada pergunta tentando ser engraçado. “Você quer comer alguma coisa?”

“Sim, estou com fome.”

Enquanto comíamos, ela não parava de me perguntar sobre acontecimentos. Contei-lhe em resumo sobre guerras, arte, música, coisas que pensei que lhe interessariam. Ela me olhava atenta – “continue”, dizia-me, quando eu fazia alguma pausa; mas eu não podia mais, a idéia de estar louco falando com o vazio na cozinha me gelou.

“Gostaria de continuar, mas você precisa ir.”- disse-lhe gravemente.

“Não… me fale sobre o amor, sobre Deus, sobre liberdade…”

“Bem – engatei um discurso – o único direito que temos é a morte, e em alguns países a e matar. A liberdade é um bêbado equilibrando-se numa corda bamba. Ser jovem é a única religião; a beleza, a única virtude; o amor é uma doença curada com antidepressivos. Não podemos caminhar nas ruas à noite, durante o dia, com medo; estamos enjaulados nos anestesiando”.

(Pausa).

“No mais, minha querida, todos nós fazemos nossos jogos, às vezes somos peões, rainhas, reis, dependendo das posições… e você, ainda seria considerada louca. Temos a loucura toda classificada em termos e analogias mitológicas, que nos dizem o que está certo, o que está errado conosco, quem está triste, angustiado. E disso você não escaparia com certeza. Você e toda a maioria não batem bem, estão malucos, ou melhor, insanos, por causa de neuroses, medos e porque sonham demais ou de menos”.

(Ataque).

“E você continuaria sendo considerada uma puta, messalina, vadia, sinto-lhe dizer”.

“Desgraçado!”- ela disse, atirando-se em mim.

(Desistência).

Eu a beijei

Fonte: Obvious

Arte conceitual: natureza e cotidiano

O artista conceitual Rune Guneriusseu cria várias instalações em locais inóspitos da Noruega. Seu trabalho faz referência, principalmente, à natureza. Ele isola objetos em lugares improváveis, criando incríveis instalações. Mesas, cadeiras, luminárias, livros e telefones são alguns dos objetos com os quais trabalha. De acordo com o próprio artista, tais instalações são uma abordagem do equilíbrio entre natureza e a cultura, mas também uma leitura múltipla de histórias. Confira.

Fonte: OBVIOUS(rejane borges)