F M I


(desconheço autor da foto)

“Não tenhas medo, Mário Soares também não teve,é amargo,
é como o óleo de fígado de bacalhau…mas tem de ser…deste
cabo da saúde financeira do país…arruinaste a economia…

ris demais…mas o povo já não ri!”

“Eu tenho muito medo dele, dizem que é o gigante Adamastor…
e nos vai comer a todos… tenho medo, muito medo!…”

(gentilmente cedido por rouxinol
do blogue: http://rouxinoldebernardim.blogspot.com

cujo blogue, sugiro visitem.)






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Procurei-te

Procurei-te no tempo
No sussurrar do vento
Nas cores que vestem os dias.
Procurei-te sem descansar
Amando-te só por amar
Amor que nos teus olhos trazias.

Procurei-te em ti e em mim
Nas cores que nascem no peito
Melodias cantadas sem fim.
Alguns frutos dos pensamentos
Dobraram meus ais e lamentos
Desamor não quero nem aceito

Procurei -te nas noites tardias
Quando o frio arranjava lugar
Convencido que ainda verias
Tanta força que tenho de amar.
As estrelas logo me disseram
Desse amor já outros penaram.

Luíscoelho

(sugiro que visitem o blogue
do autor deste poema
http://luisrcoelhohotmailcom.blogspot.com.



Poesia de Pedro Rezende com apenas 11 anos

Sentimentos frios como a escuridão da lua
Misturados com a célula do cão vadio
E nosso olhar cinza para a lápide do nosso sol
Semelhantes às mentes ambiciosas do corrupto.
Choros de crianças adormecidas no lençol
Caminhos nublados como as cinzas do charuto
Vulcões negros como o sangue do mendigo
Fumaça negra da chaminé da cabana
Olhos ameaçadores como os dos ditadores
Professores sem piedade como os dentes do aligátor
Espelhos alegres como o leme de um barco
Financeiramente desprezamos o mundo
Tristemente falo dos medos de nosso cérebro

gentilmente cedido pelo blogue:
http://moisesaugusto.blogspot.com

que sugiro visitem.



MISIA acaba de ser distinguida pelo Governo Francês
com as insígnias de Oficial da Ordem das Fitas e Letras.

Mísia (cantora)Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Informação geral
Nome completo Susana Maria Alfonso de Aguiar
Nascimento 18 de Junho de 1955 (55 anos)
Origem Porto
País Portugal
Gêneros Fado
Instrumentos Voz
Página oficial misia-online.com

Mísia (Porto, 18 de Junho de 1955) é uma cantora portuguesa, considerada uma das mais importantes fadistas actuais.[1]

Biografia
Nascida Susana Maria Alfonso de Aguiar,[1] no Porto, filha de pai português e mãe catalã, a cantora deu uma nova roupagem à música tradicional lusitana.[carece de fontes?] Cantando em português, francês, catalão e espanhol, mistura tendências, diferentes culturas e sons.[carece de fontes?]

[editar] Carreira[editar] Discografia1991 — Mísia
1993 — Fado
1995 — Tanto menos, tanto mais
1998 — Garras dos Sentidos
1999 — Paixões diagonais
2001 — Ritual
2003 — Canto
2005 — Drama box
2009 — Ruas (Lisboarium & Tourists)

Morreu o pintor Angelo de Sousa



Ângelo César Cardoso de Sousa (Maputo, Moçambique, 2 de Fevereiro de 1938 – 29 de março de 2011) foi um artista escultor, pintor, pedagogo e desenhador português. Conhecido por experimentar continuamente novas técnicas nas suas obras, foi visto como um estudioso da cor e da luz que explorou o minimalismo de uma forma radical.

Apesar de ter nascido na então Lourenço Marques, Ângelo de Sousa mudou-se para o Porto em 1955 matriculando-se na Escola de Belas-Artes, onde se licenciou em pintura com a nota máxima de 20 valores, o que o levou a fazer parte, com Armando Alves, Jorge Pinheiro e José Rodrigues, do grupo denominado «Os Quatro Vintes».

Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e do British Council na State School of Art e na Saint Martin’s School of Art, em Londres, em 1967 e 1968.

Ângelo de Sousa tem vivido e trabalhado na cidade do Porto, onde foi professor da Escola Superior de Belas-Artes, hoje Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, entre 1962 e 2000, quando se jubilou como professor catedrático.

Após a sua primeira exposição individual em 1959, no Porto, a sua obra tem corrido mundo, apresentada em mostras individuais e colectivas.

Em 1975 foi galardoado com o Prémio Internacional da 13.ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo e em 2007 a Fundação Calouste Gulbenkian agraciou-o com o primeiro Prémio Gulbenkian na categoria Arte.

Desenhos seus ilustram livros de Eugénio de Andrade, Maria Alzira Seixo, Mário Cláudio, Fiama Hasse Pais Brandão, entre muitos outros.

Morreu em casa, após prolongada doença cancerígena, em 29 de março de 2011

Fonte:http://pt.wikipedia.org

Tenho saudades do meu Portugal

São oito e trinta. O sol doura das árvores. Os carros começam a enervar-se com a pressa de cumprir semáforos e horários. Desço para o trabalho e reparo que toda a gente fala da demissão de Sócrates. “Finalmente cumpriu o que disse.”; “ainda bem que se foi”; “devia ir só com bilhete de ida!….
O contentamento da maioria das pessoas estava visível, não porque se sentiam com menos dificuldades, mas por se terem libertado de um PM que as enganara.
– A pior escravatura é a da mentira, disse um velho, já bem entrado na casa dos setenta, sentado num verde banco da praça central da Avenida Arriaga. Levantava o experimentado braço, com o afiado indicador e repetia: – A mentira é a pior forma de escravizar alguém. Iludir o futuro e a esperança das pessoas é o mesmo que negar a liberdade de escolha.
Olhava para a rotunda do Infante e setenciou:
-Aquele é que foi um homem. Nunca desistiu dos seus ideais. Levou a que outros homens dessem ao mundo novos mundos. Mas nunca disse que era fácil. E quando as tempestades chegaram não chantagiou ninguém. Manteve-se firme como a proa dum navio perante as ondas da adversidade. Veêm aquela árvore?- E levantando o braço na direção do poente. – Portugal precisa fazer florescer o fogo pátrio, como as flores daquela árvore!
As pessoas paravam para ouví-lo, algumas acentiam com a cabeça, depois parecendo ter ganho novo ânimo, erguiam o rosto de encontro ao sol matinal de primavera e, um breve sorriso de esperança pendurava-se nos seus rostos como folhas verdes de árvores renovadas pela chuva.
A manhã crescia, verde-esperança, verde-verdade. O velho ergeu-se e, caminhando lentamente sobre os desenhos da calçada portuguesa, dirigiu-se para o Jardim Municipal.
Subiu os canteiros, contornados de passeios de calhau roliço e endireitando-se, frente aos bambus, apreciou os repuxos que subiam em jactos de água renovada e tocava os rebentos jovens da planta.
-O país precisa de jovens empreendedores que sejam regados por novas esperanças, não controlados como se fossem carneiros ou bezerros. Eu tive que fazer guerra em África. Matei porque me exigiam. era uma questão de sobrevivência… Mas a morte pior estava para vir. É ver assassinar os meus jovens com a droga da facilidade, com a droga do não esforço, com a droga da ilusão…
E duas enormes lágrimas foram acrescentar o caudal do repuxo. Tirou o lenço imaculado do bolso e limpou os olhos vermelhos de dor.
As plantas floresciam de tantas cores e aromas. Um melro preto de bico amarelo voou rente ao chão, e depois, numa curva acrobática empoleirou-se no ramo duma canforeira. Depois erguendo as asas e batendo com a pata no bico, como maestro que ergue a batuta, começou o seu canto de enamoramento.
O velho ficou a ouví-lo extasiado pela melodia da água e do pássaro.E com um bocejo exclamou:
– Tenho saudades do meu Portugal!
JORDAS

(do blogue: http://vendohistorias.blogspot.com
que sugiro visitem e a quem agradeço.)



que sugiro visitem.)

Pippas(meu amor) e a Irlanda…

Por causa desta menina, linda, minha sobrinha, irlandesa, filha de portugueses
comecei a amar a Irlanda. É um país muito bonito a nível da Natureza e gosto
também da sua música.
Infelizmente lá, como cá, os povos já muito sofreram e quando parecia que
tudo estava a caminhar para esquecer esse passado, “a maldita crise” volta
a provocar o pânico nas pessoas…Lá e cá…
A minha vida, nos últimos anos é passada ora cá ora lá(onde me sinto muito
bem) e brevemente para lá irei.

WILLIAM BUTLER YEATS, um dos maiores poetas irlandeses.