Boas as Festas a todos os amigos/as

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Hospital do Barreiro

Srº. Presidente da República

Srº. Primeiro Ministro

Srºs. Minitros

não querem ir a uma consulta ao Hospital do Barreiro mas para
serem tratados como qualquer outro utente?

O meu marido entrou ontem ainda não eram 13h. E saiu de lá hoje
perto das 2.30h. Da manhã…

Foram as horas em que estivemos sentados em cadeiras de plástico,
para uma consulta dita de urgência…

Não é humor negro chamar consulta de urgência?

E depois a própria consulta em si e todo o se desenvolvimento
tão desumana, tão pouco preocupante no aprofundmento da
causa do mau estar do doente…

Não é porque os animais não tenham direitos, mas lembrei-me
enquanto lá estava, que os animais são mais bem tratados nos
consultórios dos veterinários!!!

Que vergonha ao ponto a que chegou o dito Serviço Nacional
de Saúde!!!

Façam o favor vão lá ou levem alguém da v//família.

Ah, já agora mandem retirar o quadro que fala do tempo de
espera consoante a cor da bracelete, porque é uma mentira
descarada!!!

Irene Alves

L O U C U R A

Gostava de ser psicóloga para compreender
melhor certas atitudes…mas não sou!!!

Todavia tenho ao longo dos últimos anos
sofrido de uma forma muito intensa por
comportamentos “de alguém” que não
têm qualquer racionalidade, e que só podem existir, por uma loucura crónica!!!

Quando se observa atitudes “de alguém”
que leva a sua situação a piorar dia a dia,
semana a semana, mês a mês, ano a ano,
sem que haja uma paragem para pelo me-
nos pensar: como posso ter chegado a
esta miséria e estou agindo não para sair
dela, mas sim para piorar, quando piorar
mais já é muito difícil…?!!!

Será uma loucura obsessiva para só fazer
as coisas pelo negativo?

Será uma loucura que não deixa que entre
um raio de claridade? Uma chamada de
atenção? Um alerta? Nada acontece, senão
caminhar sempre e sempre para uma
situação IRREVERSÍVEL?!!!

Como disse, não sou psicóloga, desde há
muito que previ tudo o que veio a acontecer e fui alertando, até que verifiquei
que estava a falar para o vazio…

Sofro todos os dias, não vejo como sair
deste “sufoco” em que os meus dias se
tornaram, por assistir à queda total de
um ser humano, que parece ter deixado
de conseguir pensar,analisar,existir com
um minímo, mesmo que fosse muito
minímo de bom senso…

Como posso eu viver, estar disponível
para os outros, com este drama íntimo
que me tira as energias, que já não são
muitas pela idade e pelas doenças?

O dinheiro é muito importante, sem ele
pouco se pode fazer, mas a paz de espírito
é preciosa e eu há muito que deixei de a
ter. E precisava de o conseguir.
Irene Alves