Reza uma lenda do Séc. XIX que um dia a Verdade e a Mentira encontraram-se. Diz a Mentira à Verdade: “Está um dia tão bonito”. E estava de facto um dia muito bonito. Passam algum tempo juntas até que chegam junto de um poço. ” A água está tão agradável, porque não tomamos um banho as duas?” sugere a Mentira. A Verdade, embora reticente, lá toca na água e a água estava realmente agradável. Despem-se então e banham-se. De repente a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge. A Verdade salta do poço e corre todos os lugares para encontrar a Mentira e recuperar as suas vestes. O Mundo, vendo-se confrontado com a nudez da Verdade, revira os olhos, entre o desprezo e a raiva. A Verdade volta então ao poço onde desaparece para sempre, escondendo a sua vergonha.
Desde então a Mentira tem percorrido o Mundo com as roupas da Verdade, satisfazendo os caprichos das pessoas e das sociedades, e o Mundo, esse, continua a recusar-se a encarar a Verdade nua.

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(A Verdade a sair do poço, Jean-Léon Gérôme, 1896)

Santa Rita de Cássia, nascida Margherita Lotti (Roccaporena, 1381 — Cássia, 22 de maio de 1457), foi uma monja agostiniana da diocese de Espoleto, Itália. Foi beatificada em 1627 e canonizada em 1900 pela Santa Igreja Católica.
Biografia
Santa Rita nasceu em 1381 na cidade de Roccaporena, um pequeno subúrbio de Cássia (Úmbria, Itália). Seus pais, Antonio e Amata Ferri Lotti, eram conhecidos como pessoas nobres e caridosas, que ganharam o epíteto “Conciliatore di Cristo” (em português: “Pacificadores de Cristo”). Religiosa, ainda jovem, Rita desejava entrar para um convento para entregar sua vida totalmente à Cristo. No entanto, acabou por ceder aos constantes pedidos dos seus pais, casando-se com um jovem nobre chamado Paolo Mancini, filho de Ferdinando Mancini – um dos cavaleiros mais ricos e poderosos da região.
Nos primeiros anos de seu casamento, Rita constatou que Paolo era um homem imoral, violento e irascível, tendo inúmeros inimigos na região de Cássia. A santa, no entanto, não desanimou, mas, por amor a Cristo, suportou seus insultos, abusos e infidelidades por muitos anos, orando a Deus e aos santos (em especial, São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolau de Tolentino – a quem tinha especial devoção) por sua conversão. Com o tempo, Paolo acabou por mudar de vida, tornando-se um bom marido e renunciando, por ela, a uma antiga disputa familiar conhecida na época como “La Vendetta”. Com ele, Rita acabou tendo dois filhos, Giangiacomo Antonio e Paulo Maria, os quais pode criar na santa fé católica.
Inesperadamente, no entanto, Paolo foi brutalmente assassinado por um homem chamado Guido, membro da família dos Chiqui, adversária dos Mancini, intensificando o sofrimento de Rita, que muito cedo tornava-se viúva. Mesmo agora estando sozinha agora para cuidar de duas crianças pequenas, Rita deu um perdão público – durante o funeral de Paolo – aos assassinos de seu marido. O irmão de Paolo, Bernardo, no entanto, tentou convencer os filhos de Rita a se vingarem da morte do pai quando estes cresceram, convencendo-os inclusive a aceitá-lo como tutor e a abandonar sua casa com Rita para ir morar na mansão dos Mancini.
Rita, temendo que seus filhos perdessem suas almas, tentou persuadi-los a voltar atrás, mas sem sucesso. Assim, ela pediu fervorosamente a Deus que levasse seus filhos, em vez de submetê-los a possíveis pecados mortais e assassinatos. E Deus o fez, levando ambos os seus filhos algum tempo depois, sem que os mesmos tivessem condenado suas próprias almas.
Após a morte do marido e dos filhos, Rita desejou entrar no mosteiro de Santa Maria Madalena em Cássia, mas foi recusada. Embora o convento reconhecesse o bom caráter e piedade de Rita, as freiras tinham medo de se associar com ela devido ao escândalo da morte violenta de seu marido. Novamente recorrendo a oração, Rita implorou a Deus para que a admitisse no Convento. E assim foi feito: numa noite, Rita foi transportada por seus três santos de devoção para dentro do Convento em Cássia, mesmo com todas as portas fechadas. Pouco tempo depois, foi admitida pela Madre Superiora.

Fonte: Caras online

No mesmo dia em que apresentaram o filho recém-nascido ao mundo, Harry e Meghan divulgaram também o nome escolhido para o primogénito: Archie Harrison Mountbatten-Windsor.

A informação veio a público depois de Isabel II e o príncipe Philip terem conhecido o bisneto mais novo. Doria Ragland, mãe de Meghan, também esteve presente neste encontro. Revelado o nome, surge agora a curiosidade em relação ao seu significado.
Archie é um anglo-saxónico que, de acordo com o site SheKnows, significa “verdadeiro”, “ousado” e “precioso”. Já Harrison será a junção do nome do pai com a plavra son [filho, em inglês], querendo dizer “Filho de Harry”. Mountbatten é o último nome do duque de Edimburgo, o bisavô paterno do bebé, e, por fim, Windsor é o apelido comum a todos os membros da casa real.