Fonte: Caras online

Malia e Sasha Obama: Veja como cresceram as filhas do presidente norte-americano

Quando Barack Obama assumiu a presidência dos Estados Unidos, a sua filha mais velha tinha dez anos e a mais nova sete, hoje têm 17 e 14, respetivamente.

Famosos /

CARAS /

27 de novembro de 2015, 17:42

(Fotos de: Tim Boyle – Alex Wong -David – Banks

Joe Raedle – Handout – Saul Loeb – Pool- Jewel Samad

Chip Somoodevilla -)

Desde que fez história ao tornar-se no primeiro negro a ser eleito presidente dos Estados Unidos, em 2009, Barack Obama tem contado com três aliadas muito especiais: a mulher, Michelle, e as filhas, Malia, de 17 anos, e Sasha, de 14. Se revisitarmos imagens do primeiro mandato e as compararmos com fotografias atuais há coisas que permanecem iguais, como por exemplo o facto de, apesar de serem adolescentes e de certamente já quererem mostrar a sua personalidade e desafiar os pais, as duas raparigas continuarem a ser presença assídua ao lado do pai em atividades na Casa Branca.
Orgulhoso, Obama falou das duas raparigas numa entrevista para a televisão norte-americana em junho último: “A verdade é que as miúdas são maravilhosas. Elas estudam muito, mais do que eu alguma vez estudei quando era criança. Mas, mais importante que isso, são simpáticas, respeitam o próximo e não são mal-educadas. Em parte, devemos isso à minha sogra, que nos ajuda a gerir as crises típicas da idade e a mantê-las em privado. E elas têm sido fantásticas nisso também, são crianças de fácil trato”.

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Barragem d e “Diga del Cigano” em Itália.É capaz de perceber as pequenas manchas pretas nas paredes da barragem?

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São cabras? Elas gostam de comer o musgo e o sarro que há nas paredes da barragem.

…você pensava que já yinho visto de tudo, mas certamente, isto não!!!

Fonte: OBVIOUS

davudescravosescravo moribundopieta rodandije suiso pensadorandromenaa maãoeternal1l.eternelA explosão no mármore: a escultura de Michelângelo e Rodin

publicado em artes e ideias por carolina carmini
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No século XVI, Michelangelo já era um dos maiores mestres da escultura. Era ela sua verdadeira paixão, aquela que comandava seu espírito tempestivo, segundo o biografo Tiberio Calcagni: “a sua arte era a escultura; as outras, faz e fez para comprazer os príncipes.” Sua importância foi tamanha que apenas mais de 300 depois outro artista, inspirado por ele, foi tão marcante: Rodin.

esculturas, Michelangelo, naturalismo, renascimento, Rodin © Michelangelo, “Pietá” (Wikicommons, Stanislav Traykov).

Michelangelo (1475-1564) foi pintor, arquiteto, poeta e escultor. Sua produção na Capela Sistina foi um dos marcos do Renascimento, suas figuras masculinas são o símbolo supremo da perfeição dos corpos fortes, belos e majestosos. Nelas ele demonstra um profundo conhecimento em anatomia.

Apesar de a Capela Sistina ser o símbolo de todas suas obras, o grande prazer artístico de Michelangelo era escultura. Sua reputação cresceu com a expressiva Pietá (c.1498-1499). Graças a essa obra, o artista foi chamado para terminar um projeto inacabada: Davi (1501-1504), a majestosa escultura em mármore do jovem nu preparando-se para a batalha com Golias. É aqui que Michelangelo demostra seu alto conhecimento em anatomia e sua sensibilidade artística, sendo capaz de dialogar as duas vertentes em um obra de extrema emotividade.

esculturas, Michelangelo, naturalismo, renascimento, Rodin © Michelangelo, “David” (imagem da esquerda)(Wikicommons, Rico Heil).© Michelangelo, “Moisés” (imagem da direita)(Wikicommons, Scalleja). Desde cerca de 1513 até 1530 Michelangelo realizou quatro esculturas para o túmulo do papa Júlio II – juntamente com a figura de Moisés (1513-1516). O conjunto ficou conhecido como “Os escravos” e hoje pertencem à Galeria da Academia de Belas Artes de Florença.

esculturas, Michelangelo, naturalismo, renascimento, Rodin © Michelangelo, “Escravos” (Wikicommons).

Nessa obra, o corpo de um jovem homem aparece surgindo do mármore ainda rústico. As partes de seu corpo delineado parecem estar explodindo da pedra nobre. Porém nem todas as partes encontram-se expostas: o jovem ainda está como que por nascer da pedra. Suas mãos e pés ainda estão presos, como um escravo preso por correntes impedido de movimentar-se.

Em sua face há algum delineamento de traços, assim como alguma expressão de lábios. Seu corpo apresenta formas definidas, músculos estirados. Michelangelo explorou o movimento do corpo humano até suas últimas consequências. Em todos os ângulos existe a visibilidade da obra, ou seja, ela exige um observador que dialogue com seus múltiplos pontos de vista.

Mesmo inacabados, os corpos torturados dos escravos demonstram a grandiosidade e a dramaticidade da produção do artista. Esse era o sentido da escultura de Michelangelo: a obra já estava na pedra, ele apenas retirava o excesso e deixava a forma fluir.Sua ideia era libertar a forma que parecia estar dormindo no mármore. As modificações profundas na escultura realizadas por Michelangelo no final do Renascimento só foram revistas, como ponto de partida de estudos, com Rodin (1840-1917), no fim do século XIX.

esculturas, Michelangelo, naturalismo, renascimento, Rodin © Michelangelo, “Escravo Moribundo” (imagem da esquerda)(Wikicommons, Dada).© Michelangelo, “Pietá de Florença” (imagem da esquerda)(Wikicommons, Dada).

esculturas, Michelangelo, naturalismo, renascimento, Rodin © Michelangelo, “Pietá Rondanini – última obra de Michelangelo” (Wikicommons, Paolo da Reggio).

Auguste Rodin (1840-1917) foi um dos maiores escultures da história da arte. Estudioso da escultura clássica, Rodin tem como mestre Michelangelo. Ele recriou o ser humano em uma perspectiva hiper-realista, elevando as tensões dos corpos ao extremo. Pele, músculo, feições faciais, são únicas e extremamente pensadas em cada uma de suas esculturas de personagens sedutores e incrivelmente vivos.

esculturas, Michelangelo, naturalismo, renascimento, Rodin © Rodin, “Je Suis Belle” (Wikicommons, Mary Harrsch).

esculturas, Michelangelo, naturalismo, renascimento, Rodin © Rodin, “O Pensador” (Wikicommons, Andrew Horn).

Sua Andrômeda pode ser considerada uma obra herdeira do artista italiano. Na parte inferior vemos a pedra bruta, na parte superior surge um corpo com formas femininas delineadas. Rodin não gostava de dar acabamento em suas obras – sua ideia era deixar um ar de incompletude para que o próprio expectador terminasse a obra em sua mente. Andrômeda possui uma sensualidade suave, assim como o escravo de Michelangelo. Os longos cabelos fundem-se com o bloco de mármore, deixando imperceptível onde começa um e termina o outro.

esculturas, Michelangelo, naturalismo, renascimento, Rodin © Rodin, “Andrómeda” (Wikicommons, Rebecca Marks).

Para realmente ver Andrômeda faz-se necessário observar a obra em todos os seus ângulos. Seu corpo está em movimento, retraído como se estivesse levantando-se, surgindo do mármore. Seus músculos ressaltados, seu corpo sinuoso, a dualidade da forma delicadamente definida e da indefinição bruta fazem parte dela. Andrômeda explode da pedra de maneira até mais violenta que O Escravo. Contudo, ao mesmo tempo, Andrômeda encontra-se presa à pedra, como a personagem mitológica que a inspirou. Assim como Michelangelo, Rodin joga com o nome de sua escultura.

esculturas, Michelangelo, naturalismo, renascimento, Rodin © Rodin, “A Mão de Deus ou a Criação” (Wikicommons, Wally Gobetz).

Rodin não buscava tirar a vida do mármore como Michelangelo, mas criá-la com suas próprias mãos. Entretanto, ambos exploraram o mármore de maneira única na escultura, criando vida e movimento. Forçaram a figura, a sua exaustão da forma, a sinuosidade e volumes dos corpos exacerbados, para criar sensações no observador.

.Os trabalhos de Michelangelo e Rodin são impares na arte da escultura. São exemplos da compreensão total do corpo humano e da própria arte. A beleza de suas obras não estava na simples cópia, mas na dramática perfeição que elevava ao extremo o corpo humano, e na incompletude poética de cada objeto.

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Fonte: Caras online

William e Kate acarinhados no regresso ao País de Gales

Os duques de Cambridge marcaram presença numa série de compromissos oficiais relacionados com a saúde mental infantil esta sexta-feira, 20 de novembro.

Inglaterra /

CARAS /

20 de novembro de 2015, 17:16

William e Kate Middleton foram recebidos em grande euforia no regresso ao País de Gales. Os duques de Cambridge, que viveram na ilha de Anglesey durante quatro anos, estiveram no norte do país para uma série de compromissos oficiais sobre a saúde mental infantil.
À chegada, o casal foi muito acarinhado pela população local, que envergava bandeiras galesas nas mãos. “Não há escola hoje, podes agradecer-nos”, disse o príncipe, em tom de brincadeira, a uma das crianças presentes.
No decorrer do dia, William e Catherine visitaram também a Tower Outdoor Educational Centre, em Snowdonia, onde tiveram a oportunidade de fazer rapel. Fã de ténis, hóquei e esqui, a duquesa vestiu-se a rigor para a ocasião e mostrou-se muito divertida enquanto praticava a modalidade.

Palavras-chave

Kate Middleton

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País de Gales

William

Príncipe William visita hospital oncológico em Londres

Inglaterra
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Fonte: Caras online – fotos de Pedro Jorge Melo

Cuca Roseta está grávida

E já sabe que vai ter uma menina.

Famosos /

CARAS /

19 de novembro de 2015, 10:11

Aos 33 anos, Cuca Roseta prepara-se para voltar a ser mãe. A fadista espera o seu primeiro filho com o preparador físico João Lapa, com quem se casou no passado mês de junho, depois de dois anos de namoro.
De acordo com o Correio da Manhã, a artista já se encontra a meio do quinto mês de gestação e sabe que vai ter uma rapariga. “Estamos muito felizes. O João queria muito uma menina”, conta Cuca ao jornal. Já Lopo, o filho mais velho da fadista, que tem sete anos, teria preferido um irmão: “Na minha família, somos muitas meninas e ele queria um irmão. Mas depois eu disse-lhe que assim ela não iria mexer nos brinquedos dele”.
Recorde-se que Cuca Roseta e João Lapa têm vivido este amor à distância e o mesmo está a acontecer com a gravidez, já que o preparador físico está a trabalhar na Arábia Saudita. Contudo, a artista conta que ambos têm conciliado as agendas para estarem juntos pelo menos um vez por mês e que o marido acompanha o crescimento da barriga através do Skype. Além disso, “em março, quando a bebé nascer, ele já estará cá definitivamente”.

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Fonte: OBVIOUS

Para homenagear o centenário da I Guerra Mundial (28 de junho de 2014), o fotógrafo escocês Peter Macdiarmad criou uma bela série de fotografias dos locais exatos que marcaram um dos eventos mais funestos da história.
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Em 28 de julho de 2014, comemorou-se o centenário da I Guerra Mundial (quando a Áustria-Hungria declarou guerra à Sérvia). Para homenagear esse incidente que mobilizou mais de 85 milhões de soldados em toda Europa (e matou cerca de 20 milhões), o fotógrafo Peter Macdiarmid criou uma bela série de fotografias após revisitar os locais que foram palcos de um dos conflitos mais funestos da história.

Peter Macdiarmid nasceu na Escócia em 1964. Ele é fotógrafo há 28 anos e, durante sua carreira, já trabalhou em várias partes do globo e narrou diversos eventos, como a Guerra do Golfo, os Jogos Olímpicos de 2012 em Londres e a morte do Papa João Paulo II, por exemplo. Em 2005, ele se especializou em fotografia digital pelo Getty Images, e desde então passou a trabalhar para algumas agências de notícias como a Reuters, Daily Telegraph e The Independent, entre outras.

Durante alguns meses em 2014, Macdiarmid viajou 5.000 km através da Inglaterra, França e Bélgica para trabalhar nas fotografias que reconstroem precisamente os cenários devastados da I Guerra Mundial em sobreposições modernas. Essas fotografias incríveis de Macdiarmid mostram a destruição de várias estruturas europeias no ínterim de 1914-1918. As imagens também destacam o povo na guerra e militares em dever para com suas respectivas nações.

Em entrevista dada para o jornal Mirror UK, do ano passado, o escocês disse:

“Estar presente onde a história aconteceu há 100 anos atrás foi fascinante e comovente. Eu conversei com guias locais e tentei entrar nos lugares de interesse para tirar fotos originais. A parte mais difícil foi pesquisar áreas críticas para encontrar os edifícios e grandes estruturas que ainda estavam de pé.”

Veja então as 28 fotos históricas da I Guerra Mundial recriadas 100 anos depois:

1. Trafalgar Square, Londres, 1914.

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Garotos ingleses são convocados para servir enquanto outros observam na Trafalgar Square, Londres, 1914.

2. Essex, Inglaterra, 1918.

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Soldados alemães capturados pelos ingleses no largo do rio Tâmisa em Essex, Inglaterra, 1918.

3. Bruges, Bélgica, 1915.

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Soldados britânicos são capturados pelas tropas das Potências Centrais na praça principal da cidade de Bruges, Bélgica, 1915.

4. Reims, França, 1917.

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Bomba explode próxima à Catedral de Reims, França, 1917.

5. Ypres, Bélgica, 1915.

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Catedral de Les Halles devastada após ataques de tanques alemães nas imediações de Ypres, Bélgica, 1915.

6. Arras, França, 1915.

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Praça municipal e o campanário destroçados em Place des Heros, Arras, França, 1915.

7. Vareddes Town Hall, França, 1914.

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Após a Primeira Batalha de Marne, soldados alemães descansam em frente ao Vareddes Town Hall, França, 1914.

8. Lowestoft, Inglaterra, 1916.

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Escombros de um estúdio de fotografia em Lowestoft, Inglaterra, 1916.

9. Scotland Yard, Inglaterra, 1917.

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Homens se reúnem em frente a Scotland Yard após receberem um chamado para trabalhar nas munições de guerra, Londres, Inglaterra, 1917.

10. Woodstock, Inglaterra, 1916.

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Soldados britânicos feridos jogando futebol no gramado do Blenheim Palace, Woodstock, Inglaterra, 1916.

11. Royal Tunbridge Wells, Inglaterra, 1914.

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Soldados ingleses partem de Liverpool Scottish Regiment em direção a Royal Tunbridge Wells, Inglaterra, 1914.

12. Sloane Street, Inglaterra, 1917.

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Tropa americana marchando pela Sloane Street, Londres, Inglaterra, 1917.

13. Bristol, Inglaterra, 1915.

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Soldados britânicos passando por revista do Rei George V em Bristol, Inglaterra, 1915.

14. Roye, França, 1917.

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Estação de trem arruinada em Roye, França, 1917.

15. Southend Pier, Inglaterra, 1918.

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Prisioneiros de guerra alemães caminham para Southend Pier, Inglaterra, 1918.

16. Empire Day Street, Inglaterra, 1918.

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Pequenos cadetes ingleses recebendo instruções de um sargento em Empire Day Street, Londres, Inglaterra, 1918.

17. New Broad Street, Inglaterra, 1915.

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Soldados australianos saindo da Egito House em New Broad Street, Londres, Inglaterra, 1915.

18. Frise, França, 1917.

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Árvores cercam o canal do Somme enquanto soldados da artilharia britânica caminham em Frise, França, 1917.

19. Old London City Council, Inglaterra, 1917.

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Tanque de guerra modelo Mark IV em frente à Câmara Municipal de Londres, Inglaterra, 1917.

20. Great Dixer, Inglaterra, 1917.

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Reservatório Great Dixter transformado em uma casa de repouso para soldados ingleses, Londres, Inglaterra, 1917.

21. Albert, França, 1915.

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Basílica Notre-Dame de Brebieres destruída em Albert, França, 1915.

22. West Sussex, Inglaterra, 1917.

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Jovens cadetes ingleses do Lancing College Officer Training Corps em West Sussex, Inglaterra, 1917.

23. Lord Mayor, Inglaterra, 1918.

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Soldados sérvios marcham para batalha em Lord Mayor, Londres, Inglaterra, 1918.

24. Horse Guards Parade, Inglaterra, 1917.

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Tenentes britânicos inspecionando um avião alemão capturado no Horse Guards Parade, Londres, Inglaterra, 1917.

25. Verdun, França, 1916.

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Um soldado francês foi tudo o que restou após um bombardeio alemão perto do Paço Episcopal, Verdun, França, 1916.

26. Place de la Concorde, França, 1918.

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Aviões de caça alemães despedaçados por multidões no dia da restauração de Alsácia-Lorena, na Place de la Concorde, Paris, França, 1918.

27. Brighton, Inglaterra, 1915.

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Soldados indianos do exército britânico repousam num pavilhão convertido em hospital militar, Brighton, Inglaterra, 1915.

28. Bournemouth Beach, Inglaterra, 1918.

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Soldados indianos feridos no combate em Flanders se recuperam na praia de Bournemouth, Inglaterra, 1918.

*Site oficial de Peter Macdiarmid no Getty Images.