Porto do passado

Anúncios

Parque dos Poetas em Oeiras

oe5oe7oe9oe15oe16oe19or4oei1oei3oei6oei8oei11oei12oei13oe10oe14oe17oe18oeir20 esculturas de Poetas do Séc. XX, podem ser lá vistas:
Teixeira de Pascoaes
José Gomes Ferreira
Miguel Torga
Eugénio de Andrade
Fernando Pessoa
Mário de Sá Carneiro
Alexandre O´Neill
Camilo Pessanha
José Régio
Vitorino Nemésio
António Gedeão
Ruy Belo
António Ramos Rosa
Florbela Espanca
Sophia de Mello Breyner
Natália Correiaei2As esculturas não

estão por ordem

tente descobrir

quem representam.

Acima de tudo,

visite o Parque,

que mereceo18

Fonte: Caras online – fotos getty Images

A duquesa de Cambridge marcou presença na estreia mundial da nova aventura de James Bond ao lado dos príncipes William e Harry.
INGLATERRA CARAS 27 DE OUTUBRO DE 2015, 10:58
A estreia mundial de 007 Spectre reuniu muitas estrelas no Royal Albert Hall, em Londres, mas os convidados mais esperados foram, sem dúvida, os representantes da família real inglesa. À chegada, William, Kate e Harry foram recebidos pelo realizador do filme, Sam Mendes, perante a euforia dos presentes que se encontravam no local.
Na passadeira vermelha, a duquesa de Cambridge desfilou elegância com um vestido azul cinza em cetim e tule de seda que deixava as costas a descoberto da sua estilista de eleição, Jenny Packham. Para completar o look, usou acessórios prateados. Já os príncipes optaram por levar smoking, ao estilo do espião britânico James Bond.2015-10-26-12015-10-26-22015-10-26-32015-10-26-GettyImages-494355706

Fonte: Expresso online

comunicação que o Presidente da República (PR) fez ao país, a 22 de julho, sobre a marcação das eleições legislativas, expunha claramente o seguinte critério político: “É extremamente desejável que o próximo Governo disponha de apoio maioritário e consistente na Assembleia da República”. O exemplo europeu era invocado em apoio desse critério: “Os governos de 26 países da União Europeia dispõem de apoio parlamentar maioritário. Não há nenhum motivo para que Portugal seja uma exceção àquilo que acontece em todos os Estados-membros da União Europeia.” Com esse critério político, o PR impõe uma tarefa aos partidos: “Alcançar um governo estável é uma tarefa que compete inteiramente às forças partidárias, como se verifica em todas as democracias europeias.” E sublinha o mecanismo essencial dessa tarefa: “Este é o tempo do compromisso.”

Perante os resultados eleitorais, que não elegem maiorias de governo, nem primeiros-ministros, mas deputados, ficou claro que ocorreu um caso único na nossa história de 40 anos que não admite a invocação de tradições: o partido mais votado não corresponde ao maior grupo parlamentar; teve a segunda maior derrota da sua história; PS, PCP, PEV e BE formaram uma maioria parlamentar correspondente à gigantesca maioria de votos que expressaram uma vontade inequívoca de mudança de política em Portugal; e o PR não pode dissolver a AR.

Na linha dos critérios de Cavaco, e tendo em conta os resultados eleitorais, perante um caso inédito, António Costa, mandatado democraticamente pelo PS e pelo que anunciara no seu programa e nas eleições, trabalhou para um compromisso entre partidos, visando um apoio parlamentar maioritário a uma solução de governo consistente e estável. Fê-lo num quadro de democracia parlamentar, na qual o Governo responde politicamente perante a AR e não perante o PR.

O PS, PCP, o PEV e o BE informaram o PR que tinham construído um acordo sólido e duradouro e de que não deixariam passar na AR o programa de governo de Passos, caso este fosse indigitado. É por isso, de resto, que o PR é obrigado a ouvir os partidos.

É para isso: para saber das suas propostas e intenções e não para tomar chá. Cavaco não solicitou ao PS a apresentação do conteúdo desse acordo, nem indicou nenhum prazo dentro do qual quereria conhecer esse acordo. De resto, o advogado de uma solução rápida e estável, olhou para as eleições a 4 de Outubro e teve o primeiro contacto formal com o PS sobre a formação do novo governo 16 dias depois.

Já escrevi acerca da total legitimidade e da lógica intrínseca dentro do sistema da indigitação da solução mais estável, a de um Governo de esquerda com maioria parlamentar.

Releva no entanto do carácter de quem diz o contrário ser quem defendeu isto mesmo.

O agora indignado Paulo Portas – “ignorante” de que a circunstância da eleição democrática de Ferro Rodrigues para Presidente da AR tem dois precedentes -, em debate televisivo com Passos Coelho, defendeu a tese de que a direita coligada governaria se PSD e CDS tivessem maioria absoluta no Parlamento, mesmo que o PS tivesse ganho. Dizia: “o que interessa é quem apresenta uma maioria parlamentar ao Presidente da República”.

Nuno Morais Sarmento, em entrevista à Rádio Renascença, declarava perentoriamente que o Presidente da República não devia dar posse ao partido mais votado se este não assegurasse um governo de maioria absoluta.

Bagão Félix, em entrevista ao jornal “i”, dizia: “há uma solução, que é um governo PSD, CDS e PCP”.  E acrescentava: “Não me repugnava que, num governo deste tipo, o PCP tivesse uma pasta social ou do trabalho. Jerónimo de Sousa é um homem sincero, um homem autêntico, um político sério. A certa altura sinto-me asfixiado pelas soluções equacionáveis. Precisamos de abrir o horizonte teórico das soluções. Sendo absolutamente não comunista, respeito o atual PCP e não o ponho no gueto.”

Portanto: a direita ataca agora o que não lhe convém, em contradição com o que defendeu por sua conveniência, ela sim, de sede despudorada de poder.

Cavaco, perante os critérios que definiu e perante, repito, a configuração única na nossa história parlamentar, começou por chamar apenas o líder do seu Partido. Começaram nesse momento os sinais de uma política de seita.

Na quinta-feira, porém, Cavaco esmagou o regime. Da seita deu um salto para o golpe. E fez isto:

– confundiu propositadamente programas legítimos de partidos políticos com programas de governo;

– discursou em tom de alarme como se estivéssemos em estado de sítio;

– tentou sequestrar a casa da democracia onde se formam as possibilidades de governo;

– coagiu o PS e os seus deputados;

– discursivamente ilegalizou três partidos políticos;

– vetou à indigência um milhão de portugueses.

Ontem, uma mulher na rua, chorando de raiva, dizia que descobrira que para Cavaco ela não existia. E com razão. Porque para um golpista nem toda a gente é gente.

Não há memória de um político ter envergonhado tanto a República, o Estado de direito democrático, a Constituição e a sua própria função.

Ontem, ao ser eleito como Presidente da AR Ferro Rodrigues, por expressíssima maioria parlamentar, por voto secreto, ficou demonstrado que cada voto é um voto, cada deputado tem igual dignidade, não há partidos de primeira e de segunda e que a esquerda é a garantia de estabilidade.

Cavaco, no entanto, lançou, não a vida política, mas primeiro a vida de cada portuguesa e de cada português, numa situação de instabilidade patética e dolosa.

E agora, Cavaco? Cai Passos Coelho e não indigita um Governo com maioria parlamentar porque tem lá comunistas? Vai um governo de iniciativa presidencial que é chumbado no dia seguinte na AR? Vai um governo de gestão que não foi a opção de quinta-feira, para ser uma opção de um outro demitido, em violação da Constituição, entrando imediatamente em vigor todas as normas suspensas, vivendo o país em duodécimos e com uma maioria de esquerda parlamentar a inviabilizar com toda a legitimidade tamanho absurdo?

Não somos nós que não merecemos Cavaco. É Cavaco que não nos merece.

Fonte: OBVIOUS

As cinco versões de O Grito de Edvard Munch

publicado em artes e ideias por Jéssica Parizotto
.

A célebre pintura de Edvard Munch possui cinco versões executadas em diferentes materiais e técnicas. Veja todas elas aqui.

versão1

(a versão mais conhecida, pintada em 1893 em óleo e pastel sobre cartão,
encontra-se exposta na Galeria Nacional de Oslo.)vers2

(data de 1893, feita a lápis, pode ser vista na Galeria Nacional de Oslo.)vers.3
(executada em têmpera sobre cartão, em 1910, esta versão podia ser vista
na Galeria Nacional de Oslo até 2004, quando foi roubada.Recuperada em 2006,
a obra apresentava danos irreparáveis segundo especialistas.)
vers.4
(versão de 1895, feita em pastel sobre cartão, pertencia a uma colecção particular
e em Maio de 2012 tornou-se a obra mais cara arrematada em um leilão, vendida
por US$ 119,9 milhões)ver5
(como todas as outras obras de arte que tornam-se “fenómenos” depopularidade,
para atender a demanda gerada por revistas e jornais, em 1900, Edvard Munch
criou esta litografia. A base feita de pedra foi destruída pouco tempo depois.)

Fonte: Caras online

Elenco de novela animado na festa de apresentação da segunda temporada

A apresentação oficial da nova temporada decorreu ontem à noite na discoteca Luanda, em Lisboa.

Famosos /

CARAS /

20 Outubro 2015, 12:32

algumas imagens da festa4ana10-sara8-paula21angelo e rita a dnçar16-lidia14-bruno25-alexandra44rita e maid

Animação e boa disposição foram os ingredientes da festa de apresentação da segunda temporada da novela A Única Mulher. Os atores do elenco reuniram-se na discoteca Luanda, em Lisboa, e juntos assistiram ao primeiro episódio da nova temporada.
Rita Pereira, Paulo Pires, Sara Prata, Lourenço Ortigão, Leonor Seixas, Pedro Lima, Alexandra Lencastre, Pêpê Rapazote, Ana Sofia Martins e Pedro Barroso estiveram entre as estrelas da televisão presentes no evento.