Assim acontece, na natureza e no mundo que conheceis. A semente germina, a planta nasce, cresce, desenvolve-se e um dia, simplesmente, fenece e morre. Como os homens.
Isto escreveu o meu amigo Árabe.

Que responsabilidade portanto, deitar a semente, para que nasça um bebé. E no entanto
muitos deles, não são feitos porque o pensamento está bem planeado/orientado, sobre
as imensas responsabilidades que é deitar a semente para que ela germine.

Num acto sexual pode acontecer, e passadas algumas semanas …que espanto…
a mulher anuncia: parece que estou grávida!!! Depois se houver a confirmação
está mesmo!!!

E a criança vai sendo gerada, semana após semana, na barriga de sua mãe, causando-
lhes alguns transtornos, mas a mãe já gostando desse ser vivo que está crescendo
dentro de si.

Então há que esperar que nasça com sorte!!! Que os pais tenham entre si harmonia,
saúde, trabalho, para que possam criar os filhos, que exigem uma tremenda
responsabilidade!

Ser pais exige que os filhos sejam a preocupação máxima. Que haja muita maturidade!
Que tudo o que possa ser mais negativo seja abolido, e que todas as acções sejam
executadas com responsabilidade para com os filhos.

Uma criança merece TUDO!!! Mas os pais também precisam de ter sorte, para que
tenham saúde e trabalho, (sobretudo se não são ricos, nem têm família rica) para
que lhes possam dar tudo aquilo que merecem até que se possam tornar
independentes e cuidar da sua vida.

Tremenda responsabilidade que se assume ao colocar neste mundo uma criança!

Que todos os santos ajudem, os futuros papás.

Irene Alves

Jpeg

A Sic homenageou hoje Simone de Oliveira pelos seus 6o anos de carreira

Tenho uma enorme admiração por Simone de Oliveira,

desde os anos 60, quando criei o seu Clube de Fãs e que

se mantém até hoje. Hoje a SIC, no programa da Júlia Pinheiro,

Queridas Manhãs, prestou-lhe uma justa homenagem, com

uma intervenção(gravada do PR – Marcelo Rebelo de Sousa

muito positiva sobre Simone.Simone após o discurso do PR
Marcelo Rebelo de Sousa, acerca
de si, no programa de hoje das
Queridas Manhãs de Júlia Pinheiro,
chamou a atenção dos nossos deputados
pela vergonha que é um aumento de 5E.
(eu até penso que é menos, mas não tenho
a certeza) aos reformados com reformas
de valor mais baixo.Disse ser uma vergonha!!!
E é, e eu subscrevo totalmente as suas palavras.
Irene

 

 

O Amor é…O amor é o início. O amor é o meio. O amor é o fim. O amor faz-te pensar, faz-te sofrer, faz-te agarrar o tempo, faz-te esquecer o tempo. O amor obriga-te a escolher, a separar, a rejeitar. O amor castiga-te. O amor compensa-te. O amor é um prémio e um castigo. O amor fere-te, o amor salva-te, o amor é um farol e um naufrágio. O amor é alegria. O amor é tristeza. É ciúme, orgasmo, êxtase. O nós, o outro, a ciência da vida.
O amor é um pássaro. Uma armadilha. Uma fraqueza e uma força.
O amor é uma inquietação, uma esperança, uma certeza, uma dúvida. O amor dá-te asas, o amor derruba-te, o amor assusta-te, o amor promete-te, o amor vinga-te, o amor faz-te feliz.
O amor é um caos, o amor é uma ordem. O amor é um mágico. E um palhaço. E uma criança. O amor é um prisioneiro. E um guarda.
Uma sentença. O amor é um guerrilheiro. O amor comanda-te. O amor ordena-te. O amor rouba-te. O amor mata-te.
O amor lembra-te. O amor esquece-te. O amor respira-te. O amor sufoca-te. O amor é um sucesso. E um fracasso. Uma obsessão. Uma doença. O rasto de um cometa. Um buraco negro. Uma estrela. Um dia azul. Um dia de paz.
O amor é um pobre. Um pedinte. O amor é um rico. Um hipócrita, um santo. Um herói e um débil. O amor é um nome. É um corpo. Uma luz. Uma cruz. Uma dor. Uma cor. É a pele de um sorriso.

Joaquim Pessoa, in “Ano Comum”Pintura: Excerto de D Tríptico “O Jardim Delícias”

de Hieronymus de Boch

 

 

 

 

Cristina Ferreira aborrece as mulheres?

Patrícia Reis

Cristina Ferreira, o livro, o assédio e o coro de mulheres banais a gritar com ela.

Cristina Ferreira aborrece as mulheres? Bom, a sua profissão é outra e ela exerce-a bem, basta ver as audiências. Cristina Ferreira é uma mulher como qualquer outra. Não nasceu num berço de ouro, não tem um apelido composto, não estava votada, quem sabe?, ao sucesso. Tinha tudo para ser uma mulher banal, em vez disso fez uma carreira e criou um império de sucesso e financeiramente muito interessante.

Devíamos festejar o sucesso de Cristina Ferreira. Deveria ser um exemplo: com trabalho é possível. Ela conseguiu, eu também posso conseguir. Certo? Ora, nada mais errado porque em pleno século XXI estamos na mesma, mantemos as mulheres de sucesso numa situação antiga: alvo a abater.

Todos queremos ser ricos e ter sucesso, quando alguém lá chega é uma chatice. E se esse alguém for uma mulher, para mais com um palmo de cara? Tem de possuir vários defeitos, tem de ser filha da p**** , tem de ter dormido com A ou B ou com estes e outros, é evidente que possui um plano maquiavélico. Conclusão: Tem tudo para ser dizimada na praça pública.

Cristina Ferreira escreveu um livro e uma publicação a que deveríamos chamar jornal mas o decoro e a ética não permitem (pois, adivinharam, o Correio da Manhã), decidiu tornar uma passagem do livro de Cristina Ferreira notícia da pior maneira. Coloca uma fotografia da apresentadora em pose de sedução, que é como quem diz: andaram atrás de ti? Estás a queixar-te? Estás é a pedi-las. E a isto seguiu-se um bombardeamento de ofensas e piadas jocosas.

Os ataques que as redes sociais permitem, a par dos comentários online nos órgãos de comunicação, destilam fel e as mulheres atacam uma mulher de sucesso com argumentos que se podem classificar assim: machistas. A misoginia é unissexual e a solidariedade feminina é coisa rara. As mulheres não se defendem umas às outras, não fazem lobby umas pelas outras. As mulheres atacam-se. Cristina Ferreira foi atacada por outras mulheres de forma vil. Conta a sua história, à sua maneira, não a embeleza e descreve a situação usando um verbo que na vidinha de todos os dias muitos homens usam, o verbo comer. Um escândalo, uma falta de nível, berram algumas vozes femininas e masculinas. Muitas mulheres, incapazes de superar a sua banalidade, incapazes de festejar o sucesso, escrevem comentários ofensivos e maldosos e não entendem como o baixo nível está do seu lado?

Bom, assim, vai ser difícil progredir, de exercer o direito da paridade. Quando as mulheres são as primeiras a cantar, num coro afinado e muito alto, uma velha canção de Chico Buarque que reza assim: “joga pedra na Geni, ela é feita pra apanhar, ela é boa de cuspir, ela dá pra qualquer um, maldita a Geni.”

As mentalidades mudam devagar. A Cristina Ferreira deve atirar a cabeça para trás e dar uma boa gargalhada, como é seu hábito, por se saber que os cães e as cadelas ladram e às vezes mordem mas nunca estarão na caravana a caminho de um lugar melhor.
Fonte Sapo 24

Foto de Marques Irene.
Foto de Marques Irene.

Fonte: Jornal i

Neurocirurgião deixa quatro filhas e oito netos

João Lobo Antunes morreu hoje aos 72 anos, vítima de doença prolongada. O neurocirurgião presidia atualmente ao Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida. Deixou de exercer em junho do ano passado por motivos de saúde, depois de em 2014 ter reunido centenas de pessoas na sua última lição na Faculdade de Medicina de Lisboa. Deixa quatro filhas – a mais conhecida do grande público a atriz Paula Lobo Antunes – e oito netos.

Cinquenta anos de carreira

João Lobo Antunes nasceu em Benfica em 1944 e licenciou-se em Medicina pela Universidade de Lisboa em 1968. Herdou o nome e a vocação do pai, também neurologista e um dos colaboradores mais próximos de Egas Moniz, herança que sempre fez questão de cultivar e o levou a publicar em 2010 uma biografia do primeiro prémio Nobel português.

O tio-avô fez também história na medicina portuguesa e foi outra das suas grandes influências: Pedro Almeida Lima colaborou também com Egas Moniz e é considerado o pai da neurocirurgia portuguesa, a área em que João Lobo Antunes viria a especializar-se nos Estados Unidos. Entre 1971 e 1984 trabalhou no Instituto Neurológico da Universidade de Columbia, em Nova Iorque.

O regresso a Portugal aconteceu em 1984, altura em que passou a dirigir o serviço de neurocirurgia do Hospital de Santa Maria. Discreto na vida pública mas próximo dos círculos de influência, foi mandatário das candidaturas de Jorge Sampaio e Cavaco Silva à Presidência da República e membro do Conselho de Estado até ao início deste ano.

Homem das letras

Além da Medicina, Lobo Antunes tinha uma enorme paixão pela escrita e pelos livros, que também herdou do pai e partilhava com o irmão mais velho, o escritor António Lobo Antunes.

Publicou no final do ano passado o seu último livro de ensaios “Ouvir Com Outros Olhos” e estava a trabalhar nas suas memórias. Deixou reflexões sobre a profissão médica e a natureza do homem. Exigente consigo próprio, perfeccionista, numa entrevista ao “Expresso” no final de 2015 dizia que a sua maior qualidade foi ter sido sempre um bom aluno e reforçava o papel central que atribuía à educação e ao esforço individual. “A medicina fez-me médico. Nós aprendemos o básico, a parte artesanal da profissão. É onde muitas vezes falhamos, embora eu tenha sido muito bem-educado. Aquilo em que me tornei é uma demonstração brilhante da virtude da educação, do que chamo o ‘currículo silencioso’, que passa por osmose, informalmente, em sítios tão diversos como o restaurante do hospital ou o serviço de urgência.”

João Lobo Antunes foi distinguido com o Prémio Pessoa em 1996 e recebeu no ano passado o Prémio Nacional de Saúde. Foi condecorado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago de Espada e com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.

Na primeira pessoa

Outubro de 2015

Qual o momento mais marcante da sua vida?

O dia em que nasci, o começo de tudo.

Um livro?

Os “Ensaios” de Michel Montaigne e “Os Maias”.

O que gostava de ter sido?

Professor de Literatura ou Filosofia, mas levando comigo a experiência de ser médico.

O melhor da vida?

As crianças, como dizia o poeta.

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Fonte: Zap.aeiou

Cá sefazem cá se pagam.” É assim que Helena Sacadura Cabral reage ao livro de José António Saraiva, onde este fala da vida sexual do seu filho Paulo Portas, considerando que não lhe perdoa por ter usado o nome do outro filho Miguel Portas, já falecido.

Em entrevista à TSF, a escritora e economista Helena Sacadura Cabral, mãe de Paulo Portas e de Miguel Portas, fala do livro “Eu e os políticos”, que faz revelações sexuais sobre a vida de várias figuras públicas, para tecer duras críticas ao seu autor, José António Saraiva.

“O arquitecto Saraiva bolsou cá para fora uma série de coisas que o vão acompanhar para o resto da vida”, considera Helena Sacadura Cabral, frisando que “ele vai ter um dia o troco disso.

“Porque cá se fazem, cá se pagam”, garante.

“O arquitecto Saraiva gostou de fazer aquilo, foi necessário para o seu ego fazer aquilo, vai ter que conviver a vida inteira com isso”, diz ainda a economista e escritora, considerando que a vida se vai encarregar de castigar o ex-director do Sol e do Expresso.

Sacadura Cabral diz que não perdoa a Saraiva o facto de ter citado o nome de Miguel Portas, que morreu há quatro anos, vítima de cancro. No livro, o ex-jornalista refere que Miguel Portas lhe terá contado que o irmão Paulo é homossexual.

Sem falar em concreto do que está escrito em “Eu e os políticos – o Livro Proibido”, Helena Sacadura Cabral recusa avançar com qualquer processo civil contra Saraiva, argumentando que isso seria “dar-lhe o crédito de que aquilo poderia ser verdadeiro ou não”. “Deus me livre”, desabafa.

A entrevista da TSF foi realizada no âmbito do lançamento do livro “Memórias de uma vida consentida”, uma biografia da economista onde ela fala da sua vida desde a infância até aos 50 anos.

A obra saiu para as livrarias esta terça-feira, 4 de Outubro, e Helena Sacadura Cabral explica no seu blogue fio de prumo que decidiu escrevê-lo “quatro anos passados sobre o desaparecimento” do filho Miguel e com Paulo Portas “já fora da política” porque sentiu que “talvez fosse chegada a altura de dar a conhecer” aos que lhe “são próximos” o seu “olhar” e “sentir” sobre a sua vida.

A economista garante que os dois irmãos “sempre se protegeram e apoiaram” e diz que Paulo Portas “meteu-se na política por causa do irmão”.

“E como o Miguel era de esquerda, ele tinha que ser de direita, porque senão seria sempre o número 2″, conta Helena Sacadura Cabral, que diz que “não ia aguentar se ele voltasse” à política.

SV, ZAP

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