De: Carla Andrino

 

VIDA,

Terminei os tratamentos, VIVA! Por isso, hoje, não quero ver nem ouvir nada a não ser sorrir e sentir-te (desde o inicio que tinha a foto preparada para este final, porque ACREDITAVA nele)! E agradecer. Agradecer teres querido continuar a namorar comigo, VIDA!

Agradecer aos técnicos de saúde do IPO de Lisboa(médicos, psicólogos, enfermeiros, fisioterapeutas e auxiliares), pela aliança entre a excelência profissional e o humanismo;

Agradecer à família e aos amigos que acompanharam, de perto, este momento, único, de crescimento;

Agradecer aos milhares de pessoas (a maior parte desconhecidas, mas Muito Queridas), que lutaram pela minha recuperação – expressa através de mensagens, partilha de histórias e, até, orações a entidades superiores;

Mas o meu agradecimento ESPECIAL vai para ti,meu querido marido, amor, companheiro e amigo. Ao longo destes 10 meses estiveste, como sempre, discreto mas presente. Contido, mas comovido. Acompanhaste-me ao hospital, diariamente, esperando horas, com a tranquilidade e o sorriso que te caracterizam. Imagino (sim, porque nunca mo disseste), o medo que sentiste em me perder. Em casa, cumpriste, à risca, todos os procedimentos recomendados pelos médicos, transformando-te no melhor enfermeiro do mundo. Do “meu” mundo. Aqui e ali, vi os teus olhos encherem-se de lágrimas que não permitistes deixar cair. Por ti, por mim, por nós.
Amo-te tanto, meu Amor!

Sossega, sosseguem! Desde o início que fiz questão de ter uma palavra a dizer em todo este processo. Não, não ia morrer disto. Mas, caso isso acontecesse, seria com a dignidade com que me tenho esforçado por viver. O presente, não o passado nem o futuro. O aqui e o agora. É isso que importa, o que fica para a história. Para mais tarde recordar.

Amanhã, mais do que comemorar o meu 51 aniversário, vou festejar a VIDA. Prometo ser-te fiel e honrar-te até ao fim,VIDA!

 

Fonte: ZAP.aeiou

Gentil Martins, antigo bastonário da Ordem dos Médicos, defendeu, em entrevista ao Expresso, que a homossexualidade era “uma anomalia”. Aos 87 anos, o médico que ficou famoso por separar gémeos siameses, continua a operar e a dar consultas.

Na edição em papel de sábado, o Expresso publicou uma entrevista que tem vindo a causar grande polémica. O entrevistado é o médico cirurgião Gentil Martins.

Sem medo de dizer o que pensa, o cirurgião pediatra defende que casos como os de Cristiano Ronaldo – o atleta é solteiro e recorreu a uma barriga de aluguer para ter filhos – são “um crime grave”: “É degradante, uma tristeza. O Ronaldo é um excelente atleta, tem imenso mérito, mas é um estupor moral, não pode ser exemplo para ninguém. Toda a criança tem direito a ter mãe”.

Mas o médico não fica por aqui. Sobre esta situação, o pediatra é capaz de afirmar que “uma das grandes culpadas disto é a mãe dele. Aquela senhora não lhe deu educação nenhuma”, deixando assim as “contas” para Dolores Aveiro.

As afirmações que podem – e têm vindo a – ser consideradas polémicas não ficam por aqui. Perguntado sobre o que pensa da homossexualidade, Gentil Martins não se poupou nas críticas, vendo “anomalias” no comportamento de pessoas que assumem gostar de pessoas do mesmo sexo.

Cristiano Ronaldo / Twitter

Cristiano Ronaldo e os filhos gémeos.

“Ouçam, é uma coisa simples: o mundo tinha acabado. Para que o mundo exista tem de haver homens e mulheres. Trato-os como a qualquer doente e estou-me nas tintas se são isto ou aquilo… Não vou tratar mal uma pessoa porque é homossexual, mas não aceito promovê-la. Se me perguntam se é correto? Acho que não. É uma anomalia, um desvio da personalidade. Como os sadomasoquistas ou as pessoas que se mutilam.”

Para além disso, o bastonário da Ordem dos Médicos entre 1977 e 1986 e católico praticante disse ainda ser contra o casamento e a adoção de crianças por pessoas do mesmo sexo.

Gentil Martins já reagiu à polémica

O impulsionador da primeira unidade de cuidados oncológicos para crianças já reagiu à polémica, dizendo que não tinha intenção de causar tanta polémica e tratou de pedir desculpa a Dolores Aveiro, mãe de Cristiano Ronaldo, afirmando que “nunca foi sua intenção ofender a mãe de Ronaldo“.

O médico afirmou também que quando disse que o jogador de futebol não era exemplo para ninguém se referia “exclusivamente à escolha de barrigas de aluguer“, da qual discorda “totalmente, quer como pediatra quer como ser humano”.

No entanto, nas declarações relativas à homossexualidade e à “anomalia” que Gentil Martins considera ser, o médico não pede desculpa: “Quanto à homossexualidade, lamento quem sofra com essa questão, que continuo a considerar anómala, sem no entanto deixar de respeitar os Seres Humanos que são”.

Queixas na Ordem dos Médicos

Quando as declarações de um dos mais conceituados cirurgiões portugueses vieram a público, a deputada do PS Isabel Moreira apelou, de imediato, na sua página do facebook, a uma denúncia na Ordem dos Médicos, considerando que as declarações de Gentil Martins relativamente à homossexualidade “violam a deontologia médica e têm consequências negativas, graves, gravíssimas“.

No sábado, Miguel Guimarães, bastonário da Ordem dos Médicos, confirmou a existência de denúncias internas às declarações de António Gentil Martins, pelo que o conselho de jurisdição da ordem vai mesmo avançar para um inquérito para as analisar.

Segundo o Sol, o bastonário deixou para esta segunda-feira uma tomada de posição da ordem sobre o assunto, mas esclareceu que a posição do cirurgião não reflete o entendimento daquela.

As declarações de Gentil Martins serão agora avaliadas pelo conselho de jurisdição da ordem, uma vez confirmadas as denúncias, no sentido de se perceber se o cirurgião de 87 anos incorreu numa violação do código deontológico pelo qual se rege a profissão e, nesse sentido, se desobedeceu aos deveres inerentes à mesma, ou se as declarações são consideradas adequadas ao usufruto do direito à liberdade de expressão.

A médica psiquiatra e ex-candidata às legislativas pelo LIVRE – Tempo de Avançar, Ana Matos Pires, confirmou, através de um texto publicado no blogue Jugular, que vai solicitar uma exposição à Ordem dos Médicos.

A psiquiatra acusou ainda o médico de ter cometido “vários e diferentes erros deontológicos graves“. “Não estamos só no domínio da opinião a que o sujeito tem direito”.

Citando outros dois textos, a médica entende que as declarações do cirurgião “não são baseadas no conhecimento” e lembra que, “à luz do conhecimento atual, a homossexualidade não é uma doença psiquiátrica“. Afirmar que aquela é um desvio de personalidade “é um erro científico”.

“Gentil Martins diagnostica, porque é essa a palavra sendo ele médico, como ‘doente’ uma população inteira que morre ainda em genocídios organizados no ano da graça de 2017. Anomalia é isto. Não há credo nem oração que cure“, acusa.

Ana Matos Pires critica ainda a recusa, defendida pelo cirurgião, de “promover um homossexual”, e questiona se, em virtude do exercício do cargo de bastonário e do envolvimento em concursos médicos, enquanto júri, Gentil Martins não terá prejudicado colegas seus homossexuais em termos de carreira”.

“Todos os médicos têm o direito a ser tratados com respeito e consideração pelos seus colegas, sem discriminação ou perseguição, nomeadamente com base na orientação sexual”, escreve a psiquiatra, citando o artigo 107º do Código Deontológico.

ZAP //

Artigos recomendados por

Faltam entre 4 mil a 5 mil…

A Ordem dos Médicos calcula que faltem…

Hospitais pagam 1.200…

Há hospitais a oferecerem aos…

Fonte:Flash!

Barack Obama, de 55 anos de idade, e Michelle, de 53 anos, abandonaram a Casa Branca em janeiro deste ano. No entanto, não conseguiram manter-se muito distantes da casa mais famosa do mundo e decidiram comprar uma mansão por 7,5 milhoes de euros, situada a apenas dois quarteirões da residência oficial do presidente dos EUA.

A compra foi confirmada pelo ‘The Chicago Sun’ através de um porta-voz do ex-presidente, que garantiu que o casal Obama permanecerá, pelo menos, dois anos nesta habitação. Tudo por causa da filha mais nova Sasha, de 15 anos de idade, que ainda se encontrar a concluir o ensino secundário na ‘Sidwell Friends’, em Washigton DC.

O que Portugal ganha – e perde – com a saída do procedimento por défice excessivo

21 mai 2017 13:11

MadreMedia com Lusa

Economia

Portugal ·
Procedimento por Défice Excessivo ·
Pacto de Estabilidade e Crescimento

Fim do Procedimento por Défice Excessivo a Portugal? Comissão Europeia pronuncia-se hoje

Fim do Procedimento por Défice Excessivo a Portugal? Comissão Europeia pronuncia-se hoje

Comissão Europeia anuncia na 2.ª feira decisão sobre Procedimento por Défice Excessivo a Portugal

Comissão Europeia anuncia na 2.ª feira decisão sobre Procedimento por Défice Excessivo a Portugal

A saída de Portugal do Procedimento por Défice Excessivo (PDE) vai deixar o país sujeito a regras mais apertadas, mas vai abrir também caminho a cláusulas de flexibilidade, vedadas até aqui, que permitem desvios face àquelas obrigações.

Depois de oito anos em que Portugal esteve no PDE, por ter um défice superior a 3% do Produto Interno Bruto (PIB), tudo indica que Bruxelas encerre procedimento na segunda-feira: depois de o défice de 2016 ter sido de 2% do PIB e de a Comissão Europeia antecipar que o défice se mantém abaixo daquele valor de referência até 2018.

No entanto, esta decisão não significa necessariamente um alívio para Portugal uma vez que, saindo do PDE, passa do braço corretivo para o braço preventivo do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC), ficando do mesmo modo obrigado a apresentar ajustamentos estruturais todos os anos e a baixar a dívida pública a um ritmo mais acelerado.

Uma dessas regras é alcançar o Objetivo de Médio Prazo (OMP) que é fixado para cada país e em termos estruturais – ou seja, sem considerar a variação do ciclo económico e o impacto das medidas temporárias – e é atualizado normalmente a cada três anos.

O OMP fixado para Portugal é de um saldo estrutural positivo de 0,25% do PIB e, até ser alcançado, terá de haver um ajustamento estrutural de pelo menos 0,5 pontos percentuais do PIB, sendo que tem sido entendimento da Comissão Europeia que corresponde a um ajustamento mínimo de 0,6 pontos.

Também a dívida terá de obedecer a uma trajetória descendente e a um ritmo mais acelerado, uma vez que os países que não estão em PDE e que têm uma dívida pública superior a 60% do PIB devem reduzir o excesso de dívida (a diferença entre o nível total e o valor de referência de 60% do PIB) em um vigésimo por ano, uma regra que Portugal estava dispensado de cumprir por estar sob aquele procedimento.

No entanto, antes de ficar sujeito a esta regra geral, Portugal terá ainda um período transitório de três anos (que deverá ser entre 2017 e 2019), durante o qual tem de apresentar uma redução satisfatória da dívida que será avaliada anualmente, sendo esta correção menos exigente do que a que está implícita na regra geral de redução da dívida, que se deverá aplicar a partir de 2020.

No entanto, o encerramento do PDE – ao colocar Portugal no chamado braço preventivo do pacto – faz com que o país possa recorrer às regras de flexibilidade aprovadas no início de 2015 pela Comissão Europeia, que permitem que os Estados-membros possam falhar algumas destas regras do PEC, caso avancem com investimento público ou reformas estruturais.

A aplicação flexível das regras atuais autoriza os países a “desviarem-se temporariamente” do OMP ou da trajetória de ajustamento a esse objetivo se estiverem a implementar reformas estruturais que tenham “efeitos orçamentais positivos” e verificáveis a longo prazo e se forem plenamente implementadas (ou se os países tiverem “planos detalhados com medidas concretas e prazos credíveis para a respetiva implementação”).

O desvio temporário autorizado em caso de reformas estruturais “não pode exceder 0,5% do PIB” e o Estado-Membro deve obrigatoriamente atingir o seu OMP no “prazo de quatro anos”, sendo que deve manter, obrigatoriamente, “uma margem de segurança” para assegurar que o desvio não conduza a uma situação em que o défice orçamental do país ultrapasse o valor de referência de 3% do PIB.

No caso do investimento público, a flexibilidade permite também um desvio temporário ao respetivo OMP ou à trajetória de ajustamento, nas mesmas condições das reformas estruturais importantes (desde que não se ultrapasse o valor de referência do défice e se mantenha uma margem de segurança adequada), mas acrescenta outras condições de acesso.

Assim, o país também pode ‘furar’ as regras caso apresente uma contração do PIB (ou se o respetivo PIB ficar aquém do seu potencial), se se verificar um aumento dos níveis de investimento em resultado do desvio autorizado, se o desvio estiver associado ao facto de um Estado-Membro cofinanciar projetos que são também financiados pelos programas da União Europeia e pelo Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (FEIE) ou se o Estado-Membro compensar os desvios temporários dentro do prazo estabelecido no respetivo Programa de Estabilidade.

Já quanto aos investimentos relacionados com o FEIE, a ‘cláusula de flexibilidade’ prevê também que não seja aberto um PDE nos Estados-Membros que ultrapassem o valor de referência do défice, caso o incumprimento seja devido a um investimento num projeto cofinanciado pelo FEIE, desde que este desvio em relação à meta seja “reduzido e temporário”.

Estas cláusulas permitem também que, se o Estado comparticipar investimentos do FEIE que gerem pequenos incumprimentos quanto à redução da dívida, estes podem igualmente não ser considerados.

Assim acontece, na natureza e no mundo que conheceis. A semente germina, a planta nasce, cresce, desenvolve-se e um dia, simplesmente, fenece e morre. Como os homens.
Isto escreveu o meu amigo Árabe.

Que responsabilidade portanto, deitar a semente, para que nasça um bebé. E no entanto
muitos deles, não são feitos porque o pensamento está bem planeado/orientado, sobre
as imensas responsabilidades que é deitar a semente para que ela germine.

Num acto sexual pode acontecer, e passadas algumas semanas …que espanto…
a mulher anuncia: parece que estou grávida!!! Depois se houver a confirmação
está mesmo!!!

E a criança vai sendo gerada, semana após semana, na barriga de sua mãe, causando-
lhes alguns transtornos, mas a mãe já gostando desse ser vivo que está crescendo
dentro de si.

Então há que esperar que nasça com sorte!!! Que os pais tenham entre si harmonia,
saúde, trabalho, para que possam criar os filhos, que exigem uma tremenda
responsabilidade!

Ser pais exige que os filhos sejam a preocupação máxima. Que haja muita maturidade!
Que tudo o que possa ser mais negativo seja abolido, e que todas as acções sejam
executadas com responsabilidade para com os filhos.

Uma criança merece TUDO!!! Mas os pais também precisam de ter sorte, para que
tenham saúde e trabalho, (sobretudo se não são ricos, nem têm família rica) para
que lhes possam dar tudo aquilo que merecem até que se possam tornar
independentes e cuidar da sua vida.

Tremenda responsabilidade que se assume ao colocar neste mundo uma criança!

Que todos os santos ajudem, os futuros papás.

Irene Alves

Jpeg

A Sic homenageou hoje Simone de Oliveira pelos seus 6o anos de carreira

Tenho uma enorme admiração por Simone de Oliveira,

desde os anos 60, quando criei o seu Clube de Fãs e que

se mantém até hoje. Hoje a SIC, no programa da Júlia Pinheiro,

Queridas Manhãs, prestou-lhe uma justa homenagem, com

uma intervenção(gravada do PR – Marcelo Rebelo de Sousa

muito positiva sobre Simone.Simone após o discurso do PR
Marcelo Rebelo de Sousa, acerca
de si, no programa de hoje das
Queridas Manhãs de Júlia Pinheiro,
chamou a atenção dos nossos deputados
pela vergonha que é um aumento de 5E.
(eu até penso que é menos, mas não tenho
a certeza) aos reformados com reformas
de valor mais baixo.Disse ser uma vergonha!!!
E é, e eu subscrevo totalmente as suas palavras.
Irene

 

 

O Amor é…O amor é o início. O amor é o meio. O amor é o fim. O amor faz-te pensar, faz-te sofrer, faz-te agarrar o tempo, faz-te esquecer o tempo. O amor obriga-te a escolher, a separar, a rejeitar. O amor castiga-te. O amor compensa-te. O amor é um prémio e um castigo. O amor fere-te, o amor salva-te, o amor é um farol e um naufrágio. O amor é alegria. O amor é tristeza. É ciúme, orgasmo, êxtase. O nós, o outro, a ciência da vida.
O amor é um pássaro. Uma armadilha. Uma fraqueza e uma força.
O amor é uma inquietação, uma esperança, uma certeza, uma dúvida. O amor dá-te asas, o amor derruba-te, o amor assusta-te, o amor promete-te, o amor vinga-te, o amor faz-te feliz.
O amor é um caos, o amor é uma ordem. O amor é um mágico. E um palhaço. E uma criança. O amor é um prisioneiro. E um guarda.
Uma sentença. O amor é um guerrilheiro. O amor comanda-te. O amor ordena-te. O amor rouba-te. O amor mata-te.
O amor lembra-te. O amor esquece-te. O amor respira-te. O amor sufoca-te. O amor é um sucesso. E um fracasso. Uma obsessão. Uma doença. O rasto de um cometa. Um buraco negro. Uma estrela. Um dia azul. Um dia de paz.
O amor é um pobre. Um pedinte. O amor é um rico. Um hipócrita, um santo. Um herói e um débil. O amor é um nome. É um corpo. Uma luz. Uma cruz. Uma dor. Uma cor. É a pele de um sorriso.

Joaquim Pessoa, in “Ano Comum”Pintura: Excerto de D Tríptico “O Jardim Delícias”

de Hieronymus de Boch