A NOITE ME INVADE cedido pela Sonhadora do blogue http://rosasolidao.blogspot.com(entro nele e fico sempre muito emocionada)

A noite me invade…o meu corpo anoitece…o meu leito arrefece
Parto de mim…ausente da vida…jazendo no chão dos meus passos
Sem rumo…sem norte…no olhar o silêncio…nos lábios uma prece
A noite me invade…calma e tristemente a escorrer dos meus braços

A noite me invade…me assombra…despindo-me o amor da pele
Vestindo-me de segredos e medos…cravando-me de espinhos
Dentro de mim profundos abismos…desfeitos sonhos de papel
A noite me invade…e nela corre livre a dor do meu caminho

A noite me invade…nela jaz o meu corpo…só e amordaçado
Vagando à beira do precipicio…entre a luz e a sombra…morto
Num voo sem rumo…gaivota sem mar…um barco naufragado
A noite me invade…num mar revolto…num cais sem porto

A noite me invade…negro espaço no tempo…que me rasga
Que me queima…que me doi…que me solta e me prende
Deixa-me nua…devora-me a carne que me cobre a alma
A noite me invade…o meu pobre corpo ao cansaço se rende

A noite me invade…a ternura fez-se dor…o amor fez-se vazio
Num poema sem rima…num verso sem cor…num rosto sem vida
Num tempo sem tempo…num olhar sem luz…tão triste e tão frio
A noite me invade…a escuridão me cobre…o chão me dá guarida

A noite me invade…nuvem negra que me embala docemente
Num céu sem estrelas…num infinito sem luz…abismo sem fim
O vento fez-se tempestade…arrastando o meu corpo lentamente
A noite me invade…acordando os fantasmas que vivem em mim

sugiro uma visita ao blogue:

http://rosasolidao.blogspot.com

 

Solidificação do Belo – João Mestre Portugal(gentilmente cedido)

Os jardins a florir
E a lua sempre a
Nascer e morrer

Ser ou não ser, eis a questão
Talvez um estrangeirismo aformoseie:
“to be, or not to be”
Ou
Uns e os outros
“Les Uns et les autres”

Adito apenas arte à estética
O belo aos sentidos
Mesmo que apenas conte cinco
A emoção existe

A morte;
O nascer;
A lua;
Os jardins;

Poderá ser:
Bolero de Ravel
Trauteando [meticulosamente]
Imagens em pautas de música

sugiro visitem seu blogue:

http://joaomestreportugal.blogspot.com

texto de Tiago Amaral no Facebook

“Um professor diante da sua turma de filosofia,sem dizer uma palavra,pegou num frasco
grande e vazio de maionese e começar a enchê-lo com bolas de golfe.A seguir perguntou
aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que “sim”. O professor então pegou numa caixa de fósforos e vazou dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que “sim”. Logo, o professor pegou uma caixa de areia e vazou dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um “sim” retumbante. O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se nesta ocasião. Quando os risos terminaram, o professor comentou: – Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes – a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisa que mesmo que perdêssemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Presta atenção às coisas que realmente importam. Estabelece as tuas prioridades… e o resto é só areia.” Um dos estudantes levantou a mão e perguntou: – Então e o que representa o café? O professor sorriu e disse: – Ainda bem que perguntas! Isso e só para lhes mostrar que, por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, há sempre lugar para tomar um café com um amigo.”

Felizmente que tenho tido muitos amores na minha vida .A Pippas é um deles

Esta menina é o meu grande amor irlandês. É por ela que eu comecei a gostar da Irlanda e passei
a ir lá com alguma frequência.
É minha segunda-sobrinha.
Chama-se Phillippa, tem 8 anos e é irlandesa por nascimento e até agora não tem dupla-nacionalidade.
Gosta imenso de tudo ligado às Artes. Tem vocação para a dança e para a pintura.
Adora animais.
Na foto está com a sua gatinha, o seu coelho e a sua cadela Mafalda.